Pular para o conteúdo principal

Na Suécia também não tem... que dar sinal para o circular parar

(Ônibus do sistema Skåne Trafiken que opera na região onde fica Malmö, Suécia)

Aproveitando o ensejo do tema anterior...

Pois é.
Nada de esticar o braço, apontar o dedinho para pedir ao motorista do ônibus que pare no ponto para você. No país da gente discreta e organizada você deve proceder assim ao ver que o ônibus se aproxima:

Dê um passo para a frente. Mantenha-se próximo da placa sinalizadora do ponto. Olhe para o motorista, pois isso já dará idéia de que você tem a intenção de embarcar.

Ainda assim, atenção! Se você ficar no ponto, mas estiver claramente fazendo outra coisa, sem essa postura de "esperando pela parada" e ninguém mais for tomar aquele ônibus pode ser entendido que aquela não é sua condução. Neste caso sim, o motorista irá adiante e não adianta gritar, se descabelar, tentar se jogar na frente do veículo porque eles não páram meeesmo!

Simples assim. E não se preocupe porque se você fizer tudo como manda o figuro sueco da discrição e boa educação eles não vão passar direto e você precisar rodar a baiana. Eles vão sim parar e dar um sorrisinho, mesmo que o condutor não seja sueco ou sueca de nascença.

Comentários

Beth/Lilás disse…
Ah, que beleza!
Mas aqui é igualzinho uai!
bjks cariocas
Deve ser terrível um país assim! hehehe beijos,
Xu disse…
Sem contar q vc precisa prestar atencão se o seu onibus para no tal ponto! Eu já paguei mico de esperar o onibus e ele nem tchum, passou batido... pois o ponto q aquele bendito pára, fica alguns metros antes do ponto q eu estava.
Afe, é muita regra, né? rsrsrsrsrs

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

"Na Suécia também não tem..." mulher que tem frio nas pernas

(Traje bem típico das suecas em época de inverno, com acréscimo de botas mais frequentemente, foto: Stockholm free style ) Num dia qualquer da semana passada em que o termômetro marcava 6 graus durante o dia eu fiz minha rotina de sempre. Fui para a escola as 7:30 da matina de bike só que com o dia ainda bem escuro. Voltei para almoçar, novamente de bike, e voltei de novo para o centro para buscar Ângelo que também acordara na escolinha. O frio estava congelante. Não porque 6 graus seja assim tão péssimo, mas havia um vento fininho chato com uma finíssima camada de chuva. Qual não foi minha surpresa quando vi uma sueca na sua bike, toda vaporosa (ela, não a bike) de meia calça fina. Eu já tinha topado com essa cena nos dois anos e meio que estamos aqui, mas não sei porque aquele dia eu fui me dando conta de quantas mulheres usam o mesmo modelito já em dias em que vocês fraconildinhas brasileiras iriam mor-rer de frio! Sim. É verdade e eu já sabia que é comum a mulherada usar meia fina,...