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Mostrando postagens de Outubro, 2009

Sobre os outros blogs da Borboleta

(Algumas das muitas caras da Borboleta que você talvez ainda não conhecesse e sobre as quais tinha até medo de perguntar) Gente boa, Seguinte: eu tinha aí uns vários outros blogs começados e nunca continuados. Hoje deletei dois deles já que eu nunca mais os atualizei. Por outro lado, atualizei dois deles que gostaria de manter sempre com novidades e tal. Um é sobre arte, minhas pinturas. É o blog mais antigo que eu tenho, mas que por conta de perfeccionismo eu vivia planejando de deixá-lo com todas minhas muitas pinturas feitas até hoje. Como isso vai levar muito tempo, já que parte das imagens das telas que pintei no Brasil estão por lá, acabei decidindo atualizar o blog com o que tenho. O mesmo vale para o outro blog, que criei para registrar as melhores fotos que eu e Renato tiramos e vamos tirar da nossa vida aqui e pelo mundo... Foi nessa minha volta a esses blogs que decidi são importantes pra mim que vi que alguns de vocês haviam me deixado comentários lá. Eu nunca tinh

"Na Suécia também não tem..." mulher que tem frio nas pernas

(Traje bem típico das suecas em época de inverno, com acréscimo de botas mais frequentemente, foto: Stockholm free style ) Num dia qualquer da semana passada em que o termômetro marcava 6 graus durante o dia eu fiz minha rotina de sempre. Fui para a escola as 7:30 da matina de bike só que com o dia ainda bem escuro. Voltei para almoçar, novamente de bike, e voltei de novo para o centro para buscar Ângelo que também acordara na escolinha. O frio estava congelante. Não porque 6 graus seja assim tão péssimo, mas havia um vento fininho chato com uma finíssima camada de chuva. Qual não foi minha surpresa quando vi uma sueca na sua bike, toda vaporosa (ela, não a bike) de meia calça fina. Eu já tinha topado com essa cena nos dois anos e meio que estamos aqui, mas não sei porque aquele dia eu fui me dando conta de quantas mulheres usam o mesmo modelito já em dias em que vocês fraconildinhas brasileiras iriam mor-rer de frio! Sim. É verdade e eu já sabia que é comum a mulherada usar meia fi

Horário de verão na Suécia e diferença só de três horas

(Ângelo no campo aqui em frente, correndo atrás das gaivotas que substituíram os patos do verão.., Malmö, outubro de 2009) Bom dia pessoar todu por aí! Aqui é domingo, pé de cachimbo... dia feio, cinzento, nove graus no termômetro e quase todas as folhas amarelinhas caídas no chão... o outono está indo e o inverno está batendo à porta. Minha amiga Liana acabou de me ligar para avisar que temos uma hora a mais hoje aqui. Começou o horário de inverno e a diferença que estava de quatro horas com o Brasil passa a ser só de três... de novo aquele horariozinho bom para encontrar com quem está por aí. Agora são 9:01 da manhã no horário novo aqui e aí são 6:01. Bom né? Alguns de vocês já estão até de pé... Vamos agora passear, porque ficar em casa com esse tempo só se for para ler, comer e ver TV. Vamos lá atualizar nosso guarda roupa de inverno porque sem cachecórr decente, gorro, luvas à prova d´água etc não há brasileiro que aguente a nova estação... Beijocas e ótimo domingo para vo

Do lixo ao luxo, parte 1: o que você faria com...

(Aristodemo: meu móvel feinho pego no lixo de casa, mas que eu sabia me teria alguma utilidade ) O que você faria se encontrasse no lixo para reciclados de seu prédio um móvel como esse da foto acima? (A) Nem notaria, já que o móvel é feio de doer. (B) Colocaria o seu lixo em cima dele, porque óbvio ele foi jogado porque não presta mais mesmo. (C) Pensaria em pegar e dar para alguém para que ele não fosse demolido no lixão. (D) Pegaria para você mesma, porque você gosta de madeira em tom claro. (E) Pegaria com certeza, porque ele lhe mostraria um super potencial para ser renovado. Bom, você pode me contar o que faria, ou não faria, com o móvel acima na situação descrita logo aí nos comentários. Por enquanto vou dizendo que eu sou o tipo que não consegue pensar duas vezes quando vê lixo mais ou menos novo e legal na lata. Eu pego mesmo. Eu peguei o feinho, ou se preferir o lindinho, daí de cima e trouxe-o para casa. Foi numa de minhas visitas frequentes ao lixo do prédio que começar

Chatos e chatas de galochas

Gente boa, Quer dizer que tem muita gente por aí que adora galochas coloridassas, ou nem tanto, e morre de vontade de ter uma? Eu não fazia idéia... A verdade é que quando me dei conta de que galochas era algo assim do mundo fashion e que celebridades eram fotografadas com as tais eu já tinhas as minhas amarelinhas de florzinhas cor de rosa. Acho que a paixão veio de ver que uma botona típica de peão, de borracha e tudo o mais poderia ter cores tão maravilhosas, tamanhos e modelos variados. Como não acho que justifique comprar uma nova para mim toda nova estação eu vivo variando as do Ângelo. (Celebridade do filme X-Men, que eu não sei o nome, mas que tem um bom gosto danado: ama galochas longas e coloridas e sombrinha de bolinha...) A criançada por aqui usa diariamente na época das chuvas. Só lembrando que não dá para usar galochas com frio mesmo. Elas não esquentam para o inverno daqui. Dei umas lindonas pra minha mãe (brancas com flores pretas) e ela usa na horta dela. Disse

Panteras de galochas: você é a galocha que você compra

(Mônica, com uma das galochas da Ângela, Liana, eu, Ângela e Xu, Småland, setembro de 2009) Há uns quase dois anos, estava eu toda serelepe pelo centro da cidade quando vi, na vitrine de uma loja do centro de Malmö, as minhas apaixonantes, radiantes e exuberantes galochas. Por aqui é muito comum usar as tais galochas por essas épocas de frio, quando há também muitos dias de chuva. As super botas de borracha, sempre bem confortáveis, lembram aquelas dos peões de fazendas, porque servem mesmo para meter o pé na lama ou na jaca. Elas mantém os pézinhos secos e quentinhos e são um "must" se você se mete a pescar lagostinha no meio do mato, como tentamos fazer mês passado ... (Só os pezinhos 37, 38 e 39 na pista: todas as galochas que vocês quiserem comprar!, Småland, setembro de 2009) Bom, sucedeu-se então que, naquele dia, não pude resistir e comprei meu par de galochas amarelas com florzinhas cor de rosa, juntamente com outro par rosa de florzinhas vermelhas. Foi tão difíci

Recados e recordações

(Ângelo com o mesmo biquinho que ele tem no quadro , ao fundo, que pintei de nós três... Em casa, brincando na semana passada, Malmö, outubro de 2009) Gente querida, Recado número 1: Tô na labuta da colorida Suécia e não tive tempo de postar. Tenho "corrido" atrás de papeladas, reuniões para ver o que consigo fazer de diferente ano que vem por aqui. Além disso, tenho sempre uma lista infindável de coisas que ficam pendentes no fim do dia e ai! fico louca que nunca consigo dar conta! (Ângelo me ajudando a fazer "nhoc nhoc da Wilma" na semana passada... Agora eu entendo porque eu amava ficar com minha mãe em casa a tarde... Foi um dia inesquecível entre mãe e filho, Malmö, outubro de 2009) Recado número 2: Queria agradecer o record em comentários que o último post, " A Suécia e a Suécia colorida da Somnia ", recebeu. E não só pela quantidade, mas porque o que disseram me deu uma coisa danada de boa... Acabei de responder todos os comentários feitos ne

A Suécia e a Suécia colorida da Somnia

(Eu na estrada, em frente às plantações de canola, Malmö, primavera de 2007) Há muitos e muitos meses atrás me veio o tema deste post na cabeça, mas foi só vendo (com atraso) a idéia da criativa blogagem coletiva da Ciça , o qual eu sobe através da querida Lu , que resolvi arregaçar as mangas do meu pijama de florzinha e escrevê-lo. (Selinho da blogagem coletiva sugerida pela blog da Ci ça) A idéia veio depois de eu ver que, em resposta a alguns textos, algumas pessoas haviam me escrito comentários nos quais elas sugeriram que obviamente eu só podia ser feliz na Suécia, dado o lugar maravilhoso que é. Se não maravilhoso, muita gente enfatizara o quanto deve ser bom viver aqui. Morar na Suécia? Uau! Que sonho! Ainda que para alguém isso possa soar como pesadelo, para muita gente que aqui passa parece que eu vivo meio que um conto de fadas ou de madame. Lembro de ler uma leitora carinhosa que vive aqui perto de Malmö dizer que ela teria certeza que tudo correria bem em seu parto, já