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Mostrando postagens de Abril, 2013

Em que pé estão os sonhos da Dora e da Marinalva?

(Essa é a Dora, com seu caderninho de anotações de medida, semana passada em casa, São Paulo, abril de 2013) Gente muito querida, Segue aqui a nota fiscal da compra da máquina industrial da Marinalva  quem, para quem não sabe, faz parte da nossa história de realizar o sonho de duas mulheres incríveis . Ela mesma comprou, conseguiu desconto ainda e, juro!, ela chora toda vez que me encontra. Ela me disse entre lágrimas novamente: "vocês não sabem o que fizeram com a minha vida!". A Mari disse que chega em casa e já nem quer mais trabalhar em nada, vai direto para a máquina. Ela já até ganhou R$17 reais consertando uma roupa para alguém. Ela só corre o risco de ficar sem marido agora! Brincadeirinha! O pessoal do trabalho está passando pequenos consertos para ela, mas o maior intuito da Marinalva é pegar roupa de fábricas, uniformes. Se você é dono de algum lugar como este aqui em São Paulo ou conhece alguém que queira fazer um teste com a Marinalva é só me conta

Somnia hoje no "Chuva Ácida"

Hoje, o excelente blog "Chuva ácida " tem minha participação com o post " Na Suécia não tem... babá de branco, nem de preto, nem de rosa". Este post foi publicado originariamente aqui no Borboleta em Junho de 2011 e foi editado para a publicação neste outro blog. A Fernanda Pompermaier, colabora do blog, educadora brasileira que vive na Suécia me fez este convite há algum tempo e agora conseguimos concretizar o nosso desejo de partilhar ideias no "Chuva Ácida", um blog provocador e que tem leitores muito assíduos e ativos no sul do Brasil. Com ela também estão outros colaboradores de peso no blog. São especialistas de diversas áreas e que tem em comum a reflexão sobre temas cruciais do Brasil, mas cujo foco é provocar o debate destes temas sobretudo na cidade de Joinville. Estou muito agradecida à Fernanda pelo convite e ao "Chuva Ácida" pela oportunidade de falar por aquelas bandas. De fato um orgulho para mim! Visitem o blo

Mudar não é preciso, mas é preciso!

("Come home", Yael Naim)  Hoje uma amiga de muitos anos, muito, mas muito querida, minha quase irmã, está alçando vôo para uma nova vida. Carregando caixas no carro, embrulhando roupas, livros e objetos de uma vida antes só dela, despedindo-se de seu espaço para construir um novo com alguém tão fantástico quanto ela. Ano passado assisti ao show da Yael Naim com esta pessoa querida de quem falo. Yael nos falou do novela que havia sido quando resolveu deixar sua terra natal e família israelense tradicional para ir viver seu sonho de ser cantora em Paris. Dessa experiência e da saudade que ela sentia de tudo aquilo compôs a canção "Come home", pois todas as vezes que ligava para seus pais eles lhe pediam para que voltasse para casa. Não é esta a situação de minha amiga, talvez não seja a sua, mas no sentido de que a gente sente que algo (o conhecido, a certeza etc) nos chama para o passado e ainda assim insistimos em prosseguir. Essa, para mim, é uma ideia

Você tem um casamento que não lhe sai da cabeça?

Sabe aquele casamento que nunca lhe saiu da cabeça? Eu não sei se foi porque você chorou muito, porque a noiva escorregou no champagne, porque eram pessoas que você amava muito, porque foi aquela sua irmã que logo após se casar foi morar longe de você ou porque era você ali na beira do altar ou na areia da praia, caminhando em direção ou esperando pela pessoa da sua vida lhe dar o "sim"... Eu sei que este casamento está sempre nas suas conversas ou na suas lembranças... E você gosta de lembrar dele ou você evita, mas não consegue... Então como eu sei que essa história está aí engavetada na sua cabecinha linda e fofa eu te desafio carinhosamente a partilhar com a gente esta história. Conte quais lembranças correm pela sua cabeça quando pensa neste dia, conte como as coisas aconteceram e o quê aconteceu. Você pode nos envolver com fotos ou músicas tocadas no dia e participar do nosso 3o. Concurso de textos: "Um casamento, mil lembranças" É isso! Eu e to

Veja o que você fez! Marinalva (Joana) "recebe" sua máquina e passa mal de tanto chorar!

(Marinalva, a "Joana" da nossa Campanha, ontem ao saber do que aprontamos para ela) Aaaaai gente! Ontem foi emoção pura! Ceis não têm ideia! Como sou uma pessoa quase má eu não havia falado absolutamente nada para a "Joana", quem agora posso dizer que se chama Marinalva e nada para a Dora sobre nossa Campanha do realize o "sonho da Dora e da Joana". Ontem, encontrei com a Marinalva na escola e lá vem ela de novo... o sorriso, o abraço, um carinho imenso! Ai que mulher! Veio me abraçando, falando da semana, me entregou meu carregador de celular (uma das milhares de peças que esqueço na escola e ela guarda pra mim) e aí como eu não sabia como dizer de sopetão "você ganhou uma máquina!" eu emendei: - Marinalva, cê me disse que tinha feito aquele curso de costura não foi? - Ih minina, pois é... tão bom! Muitu bom mesmo, mas eu não pude continuar cê sabe né fia... - Então, mas cê continua custurando? - Não fia, eu num tenho a máquin

Fantástico! Resultado Final da Campanha "Dora e Joana"

Para quem não passou por aqui esses dias eu liderei uma campanha de arrecadação de dinheiro para realizar o sonho de duas mulheres que conheço. A Dora e a "Joana" são duas faxineiras cujo sonho em comum tem a ver com costura. A Dora, quem faxina casas a semana toda, já é costureira nas horas vagas. Seu excelente trabalho, mas baixíssimo ganho, não lhe deu condições ainda de realizar um curso de Desenho para poder desenhar os sofás, poltronas e cortinas que lhe ajudariam a fazer melhor seu trabalho. Ela me falou disso outro dia, quando tentava rabiscar, em vão, meu sofá da sala para me fazer uma capa. A "Joana", nome fictício, trabalha comigo num dos locais onde leciono e também e faz a faxina do prédio. Desde ano passado que pede minha ajuda para ver algum curso de costura para fazer, pois seu maior sonho é "largar a vassoura um dia e viver de costurar pra fora". Envolvida com isso, com ajuda de minhas amigas Melina eTatiane movimentamos algumas p

Extra!!! Novo Concurso de textos do Borboleta: Uma casamento, mil lembranças

("Pra sonhar", Marcelo Jeneci) "De tanto não parar a gente chegou lá!..." Eu tenho pego algumas caronas com meu amigo Luís Damasceno, professor de Literatura do Colégio e ideias ótimas é o que não me falta quando estou na prosa com o Luís. Imagina aquele professor de Literatura apaixonado pela poesia, pelas histórias, pelo teatro, romântico como os românticos eram nos séculos passados. Incorrigível! Bom, de nossa conversa de ontem surgiu minha ideia para o próximo concurso do Borboleta (obrigada Lu!). Na verdade, agora, quando, coloquei a música para ouvir de novo. Ouvindo esta canção tão deliciosa e vendo as imagens do clipe eu lembrei do meu casamento, dos que já fui e de como, em toda minha vida e ida a centenas de casamento, eu só não chorei uma única vez. Quer dizer gente! Vamu combinar que casamento é um negócio de trazer mil lembranças e muito mais! A música do Jeneci " Pra sonhar" e o vídeo oficial da música, baseada no programa &qu

Além da barricada: o resultado da campanha "O sonho da Dora e da Joana"

(Original image from: Bobbinsewingschool)   Will you join in our crusade? Who will be strong and stand with me? Beyond the barricade Is there a world you long to see? Then join in the fight That will give you the right to be free! (Você vai se unir a nossa cruzada? Você será forte e ficará comigo? Além da barricada Há um mundo para se ver por muito tempo? Então junte-se à luta E você ganhará o direito de ser livre.) Do you hear the people sing ? , canção desfecho de " Os miseráveis ". Gente mais que querida, Queria convidar vocês a lerem o post de hoje ouvindo a música "Do you hear the people sing?", cujo trecho coloquei aí acima... é arrepiante! rs... Primeiro, peço desculpas por não ter publicado o post sobre o resultado da nossa campanha "O sonho da Dora e da Joana" , ate as 18 horas de ontem, como prometido. Tive algumas complicações técnicas com isso. E, segundo, quero d

Eu tenho um sonho. E você?

("I have a dream", ABBA) Vocês já sabem da minha paixão escancarada pelo ABBA não é? Já até expliquei como meu amor brega por eles como menina dos anos 80, no interior de São Paulo, se transformou em algo como louca identificação vivendo na Suécia, morando na mesma cidade que um dos integrante; vendo nas paisagens dos clipes da banda a Suécia que aprendi a amar; vendo nos integrantes cada sueco e sueca que aprendi a conhecer e respeitar. Hoje em dia ABBA tem este misto de infância com sonhos que consegui conquistar. Eu sei! Podem rir! Nem faz sentido para tanta gente: música brega, produto de indústria cultural, mas gente, é sério, ABBA me dá sempre uma energia deliciosa. Acordei pensando nesta música hoje, porque também acordei pensando em muitos emails e mensagens que recebi sobre " O sonho da Dora e da Joana ". Eu estou emocionada, sem demagogia, com tanta gente dizendo: "Sônia, pode me dar o número da conta que quero colaborar". Sab