Pular para o conteúdo principal

2 coisinhas!

Gente bonita,

Tô de saída, mas preciso falar duas coisinhas. Uma é na verdade um pergunta:

1. A Daníssima sentiu dificuldade em ser escrever sobre sentimento da foto com a proposta que oferecia e algumas regras, ou tarefas. Quem mais está sentindo o mesmo?

Minha proposta é que eu post um exemplo e vocês vejam que na verdade eu só pus em evidência aquilo que a gente já faz. Ainda assim eu acho que devemos mudar as regras, deixar mais relax se vocês estão sentindo muito chato e exigente! Okey? Por favor, uma forma de todo mundo participar e nao se sentir coibido!

2. Tem novidade lá no "Toda Sexta-Feira!" Passem para prestigiar!!! Nem que seja só para olhar e opinar!

beijocas,

Comentários

Beth/Lilás disse…
Sonildes!
u fui lá ver a nova arte e fiquei apaixonada, tá lindona mesmo!
Mas, não dá pra deixar comentário por lá, não tem caixa de comentário neste post. verifique, ok.
Ficou muito interessante este trabalho de colagem, aquarela e jornal. parabéns!
bjs cariocas
Beth/Lilás disse…
Não precisa aprovar este comentário, ok.

Passa lá no meu blog e pegue na coluna da direita, o selo que fiz para este seu concurso bacana.
beijos
Beth/Lilás disse…
Ô mulher desligada que eu sou!
Eu nem percebi que aquela fotinha abaixo podia ser um selinho que você criou para este concuso, por isso fiz aquele lá, entende.
Bem, agora deixa o meu por lá mesmo e quem quiser promover sua ideia que use então a sua própria ideia não é mesmo?!
beijão e boa noite!
eu aaacho que entendi a proposta, mas vou esperar pelo teu post-exemplo. vai ter um, nao eh isso? hehehe

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...