Pular para o conteúdo principal

Thanks!!!

(Alguns dos amigos que pude encontrar esse fim de ano: Franco, Lu, Alessandra, Ferracini, Samanta, Malu, Lu, Re, Ângelo, Fá, Guido e Jorge, São Paulo, janeiro de 2010)

Amigas e amigos,

O Borboleta tem me proporcionado umas coisas tão legais, que de vez em quando merece ser divulgado.

Uma delas ocorreu quando reencontrei uns amigos da faculdade nessa visita ao Brasil. Qual minha surpresa ao saber que uma delas, Samanta, uma psicóloga por quem eu sempre tive admiração devido seu dedicado e carinhoso trabalho com crianças da APAE, ter me dito que ela e meu amigo Ferracini, filósofo, acompanhavam o blog de pertinho, amavam os textos e que ela ainda repassava alguns deles para amigos professores e outros.

Isso não era totalmente novidade, porque outra amiga da literatura, a Gláucia, tinha me dito algo parecido há um tempo, quando disse trabalhar os textos nas aulas de redação. Ainda assim saber que gente como elas e como outros de vocês possam apreciar coisas que passam pela minha cabeça é super gratificante.

Fiquei sabendo num churrasco com a família que uma das primas, Vanusa, com quem eu convivia na infância também virou leitora assídua. Quero dizer que é algo muito bom que eu, de alguma forma, consiga estar tendo uma troca com essas pessoas, mesmo com toda esta distância e que isso acabe servindo como uma injeção de ânimo e criatividade para mim.

Bom, a surpresa maior foi essa semana, quando cheguei e verifiquei a caixa de emails do Borboleta. Lá, num email perdido entre muitos spans, uma leitora, a Suyaen, me dizia que ao visitar meu blog de pintura, resolveu fazer a tradução do texto de apresentação de minha primeira exposição. O texto, escrito pela Dri Cechetti, minha cunhada, era lindo e havia perdido muito quando eu tinha feito uma tradução muito chinfrim numa noite corrida.

Agora meu blog de pintura, que já era bilingue, ganhou uma apresentação chiquerrérrima e à altura da artista que eu sou... :=) Só falta eu pintar mais!

Abaixo, a tradução da Suyaen... (assim que tiver um link ou souber mais dessa leitora, que eu só conhecia através de comentário deixado no blog, eu falo mais dela aqui...)

Obrigada Su! Obrigada gente toda que me anima sempre!

...


Painting in G Major

"Somnia Carvalho was born in Pedrinhas, a small town in the state of Säo Paulo, Brazil, but lived most of her life in Sumaré. As a child, she used to draw women in small pieces of paper and dare give them away as presents to her classmates. Some years later, still in Sumaré, she did not only work but also had a lot of fun organising and decorating parties and religious events.

For many years Somnia kept quiet the desire to devote more time to the art, because she was in love with her philosophy course at university. However, philosophy helped Somnia return to her previous passion as some years later she decided to study aesthetics. In 2005 Somnia had her first exhibition and her paintings reflect the union of these two passions, philosophy and art.

Her exhibition, Painting in G Major, brings out her taste for lively, vibrant and strong colours. Her topics are varied and even though there is a predominance of women from Somnia’s world, her choices are guided by an intensification of the themes and the way she feels them."


Original text: Adriana Cechetti
Translation: Suyaen Andersson

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

"Ja, må hon leva!" Sim! Ela pode viver!

(Versão popular do parabéns a você sueco em festinha infantil tipicamente sueca) Molerada! Vocês quase não comentam, mas quando o fazem é para deixar recados chiquérrimos e inteligentes como esses aí do último post! Demais! Adorei as reflexões, saber como cada uma vive diferente suas diferentes fases! Responderei com o devido cuidado mais tarde... Tô podre e preciso ir para a cama porque Marinacota tomou vacina ontem e não dormiu nada a noite. Por ora queria deixar essa canção pela qual sou louca, uma versão do "Vie gratuliere", o parabéns a você sueco. Essa versão é bem mais popular (eu adorava cantá-la em nossas comemorações lá!) e a recebi pelo facebook de minha querida e adorável amiga Jéssica quem vive lá em Malmoeee city, minha antiga morada. Como boa canção popular sueca, esta também tem bebida no meio, porque se tem duas coisas as quais os suecos amam mais que bebida são: 1. fazer versão de música e 2. fazer versão de música colocando uma letra sobre bebida nela. Nest

Mãe qué é mãe mesmo...

(Picasso, Mãe e criança, 1921) Mãe qué é mãe mesmo... Já deu uma de cientista e foi até o quarto do bebê só para checar se ele respirava. Já despencou de sono em cima dele, feito uma galinha morta, enquanto amamentava. Já caminhou pela casa na ponta dos pés, como uma bailarina, só para não acordar o pimpolho. Mãe qué é mãe mesmo... Já perdeu a conta das mamadas e esqueceu qual o peito deveria dar. Já deu oi pro lindo rapaz que dormia ao seu lado e dormiu antes de continuar a conversa. Já adquiriu habilidades múltiplas como comer com uma mão só e fazer xixi com o bebê no colo. Mãe qué é mãe mesmo... Ama e odeia, ama e odeia. Às vezes chora e muitas vezes sorri. É ao mesmo tempo carrasca e heroína. Mãe... é uma garota crescida com uma boneca de verdade nos braços. Precisa de atenção e carinho tanto quanto seu brinquedo.

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis