Pular para o conteúdo principal

Texto da Borboleta em jornal de Uberaba!?! Ueba!

("Taking Back the Neighbourhood", Ilustração de Rob Machida)


Gente boa!

Estava aqui atualizando meu site de pintura, cujo endereço pretendia publicar para vocês ainda hoje, e dei de cara com um texto meu num jornal de Uberaba, o UberabaNEWS.

Meu texto publicado foi aquele em que conto sobre como os suecos se portam como vizinhos e como eu vejo isso na comparação com o comportamento dos brasileiros ("Na Suécia não tem..." como emprestar açucar do vizinho).

O título que deram no jornal foi outro: "Uma análise profunda da vida na Suécia por uma brasileira" (clique no título para ver o post reproduzido no canal). Tem lá meu nome citadinho bonitinho e só pedi na cara de pau que eles façam um link com o blog... rs...

Foram vocês minhas leitoras e leitores já conhecidos os responsáveis por esta divulgação ou foi mesmo acaso?

Fiquei tommm feliz que antes de divulgar o site venho fazer propaganda do ocorrido e do jornal que eu não conhecia, mas por onde a partir de agora vou sempre passar.

Bye Bye, so long, very well!!!

Comentários

Hehe, que legal! ainda bem que colocaram teu nome né? a gente tem que ficar de olho pra não sugarem os textos da gente...e já deve ter por aí...Parabéns à mais nova jornalista!rsrs Beijos.
Françoise disse…
Demorou Borboletinha arretada!!!!

Parabéns ,este certamente será o primeiro de muitos que ainda serão publicados nos diferentes portadores de texto deste mundão afora....

Fiquei feliz por você!!!!

Beijocas!
Beth/Lilás disse…
Que legal, menina!
Eles foram bacanas em ter colocado sua autoria, pois tem muita gente xupinhando coisas dos outros na Net.
abs carioca

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...