Pular para o conteúdo principal

O tempo, a natureza e as mudanças: das coisas mais difíceis e bonitas da Suécia


A esquina de casa sábado passado, 23 de novembro de 2008, zero grau.



A esquina de casa há quatro semanas atrás, 12 graus. Outubro,  de 2008.


A esquina de casa, há oito semanas atrás, setembro, de 2008 - 22 graus.


A esquina de casa, há seis meses atrás, maio de 2008 - 15 graus

Comentários

nes disse…
Muito engraçado as fotos sempre no mesmo local. Contudo, acho que o frio na Suécia é mais fácil de suportar que mais a sul, onde nem dentro de casa conseguimos estar confortáveis :|
Beth/Lilás disse…
Mas é tão bonito ver nestes países como as estações passam e a natureza sente!
Pois, aqui, ainda na nossa primavera chuvosa, também temos tido a generosidade da mãe natureza em todos os sentidos. Você já viu as lindas fotos que fiz da primavera em meu jardim neste final de semana?
Passa lá para cohecer um Manacá da Serra.
bjs cariocas
Unknown disse…
Fantásticas fotos!
Somnia Carvalho disse…
Nês, eu fiz as fotos do mesmo lugar porque é o que sinto do choque... passar pelo mesmo lugar e saber que vivi coisas tão diferentes porque a natureza era outra...

Betona, eu passei la e vi todas as suas flores maravilhosas! eu acho que no Brasil a gente tem muita generosidade da natureza mesmo... o que difere aqui e que seja tão diferente durante o ano!

Obrigada Marina! Marina Lima? rs

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...

Na Suécia também não tem... bebê com brinco na orelha

("Não tem brincos: é menino ou menina?", criança sueca posa para grife Polarn O. Pyret ) Nove em cada dez vezes que alguém no Brasil tenta ser simpático com uma grávida ou alguém com um bebê de colo a pergunta é sobre o gênero da criança. Menino ou menina? Já repararam? Embora essa pareça ser a única pergunta possível para tanta gente, a verdade é que ela diz muito sobre nosso modo de ser e pensar e a importância que damos ao sexo e a escolha sexual de uma pessoa. Tomemos outra situação: quando alguém olha para um bebê menino nas ruas no Brasil você acredita que haja alguma expectativa quanto a algum sinal, uma marca, deixando claro e evidente se tratar de um menino? E quando encontra uma menina? Bom, fato é que nossa menina Marina agora tem 8 meses e eu simplesmente não tenho condições de contar as dezenas de vezes em que fui parada nas ruas em São Paulo por alguém perguntando se tratar de uma menina ou de um menino.  Até aí nenhum problema! Bebês no começo não ...