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"A verdadeira arte de viajar"


(Um das dezenas de moinhos que vemos pelos caminhos aqui e que eu não paro de fotografar)


A verdadeira arte de viajar

"A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!"

Mário Quintana


Esse fim de semana aproveitamos o sol gostoso, o céu azul para passear pela região de Malmö.
E, embora o destino fosse o zoológico e, depois, a praia, o caminho é cheio desses enormes, lindos e modernos moinhos de vento. 

E como a Suécia é planinha que é uma beleza, a gente vai vendo todos eles, enfileiradinhos, tocando ao sabor do vento, sobretudo perto de uma cidadezinha chamada Eslöv.

Passar diante desses grandes moinhos me dão uma coisa boa que é uma coisa. Eu adoro olhar para eles, tanto quanto para os antigos moinhos... mas a sensação desses é totalmente diferente: perto deles, a gente se sente pequenino e vai passando ao lado, quase se acalmando com a velocidade da hélice... é um misto de modernidade com paz antiga que eu não sei explicar... 


Comentários

Anônimo disse…
Sempre que vejo um moinho, me lembro do Dom Quixote. Acho que por isso gosto tanto deles também e fiquei feliz de ter conhecido alguns de pertinho qdo estive aí.

Bjs e saudade.

Tia Dri.
Somnia Carvalho disse…
E eu toda vez que vejo um moinho velho, lembro docê, tia Dri! rs

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