Pular para o conteúdo principal

"A verdadeira arte de viajar"


(Um das dezenas de moinhos que vemos pelos caminhos aqui e que eu não paro de fotografar)


A verdadeira arte de viajar

"A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!"

Mário Quintana


Esse fim de semana aproveitamos o sol gostoso, o céu azul para passear pela região de Malmö.
E, embora o destino fosse o zoológico e, depois, a praia, o caminho é cheio desses enormes, lindos e modernos moinhos de vento. 

E como a Suécia é planinha que é uma beleza, a gente vai vendo todos eles, enfileiradinhos, tocando ao sabor do vento, sobretudo perto de uma cidadezinha chamada Eslöv.

Passar diante desses grandes moinhos me dão uma coisa boa que é uma coisa. Eu adoro olhar para eles, tanto quanto para os antigos moinhos... mas a sensação desses é totalmente diferente: perto deles, a gente se sente pequenino e vai passando ao lado, quase se acalmando com a velocidade da hélice... é um misto de modernidade com paz antiga que eu não sei explicar... 


Comentários

Anônimo disse…
Sempre que vejo um moinho, me lembro do Dom Quixote. Acho que por isso gosto tanto deles também e fiquei feliz de ter conhecido alguns de pertinho qdo estive aí.

Bjs e saudade.

Tia Dri.
Somnia Carvalho disse…
E eu toda vez que vejo um moinho velho, lembro docê, tia Dri! rs

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

"Na Suécia também não tem..." mulher que tem frio nas pernas

(Traje bem típico das suecas em época de inverno, com acréscimo de botas mais frequentemente, foto: Stockholm free style ) Num dia qualquer da semana passada em que o termômetro marcava 6 graus durante o dia eu fiz minha rotina de sempre. Fui para a escola as 7:30 da matina de bike só que com o dia ainda bem escuro. Voltei para almoçar, novamente de bike, e voltei de novo para o centro para buscar Ângelo que também acordara na escolinha. O frio estava congelante. Não porque 6 graus seja assim tão péssimo, mas havia um vento fininho chato com uma finíssima camada de chuva. Qual não foi minha surpresa quando vi uma sueca na sua bike, toda vaporosa (ela, não a bike) de meia calça fina. Eu já tinha topado com essa cena nos dois anos e meio que estamos aqui, mas não sei porque aquele dia eu fui me dando conta de quantas mulheres usam o mesmo modelito já em dias em que vocês fraconildinhas brasileiras iriam mor-rer de frio! Sim. É verdade e eu já sabia que é comum a mulherada usar meia fina,...

Salvar o Planeta? Que tal fazer exatamente aquilo que você já está careca de saber?

"There's no time for us There's no place for us..." Meu (segundo) passeio aos Alpes Suíços me fez pensar demais na minha relação com a Natureza. E me fez relembrar casos e histórias que quiz contar aqui antes, mas não contei. As montanhas brancas, o poder que elas exerceram sobre mim e a beleza que pude desfrutar "gratuitamente" não me deixaram voltar a mesma, ainda que minha relação com a natureza e o meio ambiente já tenha mudado tremendamente nos últimos três anos de Suécia. Eu sou o tipo neurótica com sujeira na praia ou em qualquer lugar. No Brasil, em Riviera de São Lourenço, eu quase tive um colapso nervoso com uma família (aparentemente muito bem de renda) de umas 15 pessoas. A família "cóin cóin" comeu de TUDO que se possa imaginar das barraquinhas, porque tinha grana para pagar suas regalias. Até aí tudo bem. Ou não. Problema não foi que todos comeram muito. E que também beberam muito. Além de consumir MUUUITA água de côco diretamente da ...