Pular para o conteúdo principal

Saiu o 1o. episódio de "A menina da saia de tule"!


Quer participar de um projeto que une interação na rede, criatividade e literatura?

Então acesse A menina da saia de tule. Lá você poderá acompanhar a história da menina da saia de tule, livro do amigo Ed Cruz, que começa, hoje, a ser escrito e publicado simultaneamente online.

E boa viagem!

Comentários

Beth/Lilás disse…
Vou lá conferir, pódeixar.
beijuuuuuu
Lu Souza Brito disse…
Somnia, também vou.

Ó, ainda nao sei quando, mas vamos nos encontrar sim, claro! As coisas aqui estao um pouco de cabeça pra baixo :( mas já estou bem.
Bjokass.
Lu
Xu disse…
Fui lá conferir a tal menina e adorei! Valeu a dica, baby!

bjs
Cassia disse…
Somnia, te mandei um e-mail há algum tempinho perguntando algumas coisinhas e vc não respondeu (o que eu entendo completamente, óbvio). Eu vou colar o e-mail aqui, acho que vai ser mais fácil pra vc:

"Olá! Somnia, pode parecer meio estranho pra você, mas estou te escrevendo para pedir uma ajudinha!
Sou estudante de História da Unicamp e estou fazendo um trabalho de gênero sobre a diferenciação das roupas femininas e masculinas infantis. Ao comentar sobre o tema com os amigos que estão fazendo o trabalho comigo, lembrei de um post seu muito interessante que falava sobre uma marca de roupas em que não havia tamanha diferenciação entre os sexos. Você poderia me informar qual é o público atingido pela grife (classe média? classe alta?), e se ela é popular, ou apenas uma exceção, na Suécia?

(o post é esse: http://borboletapequeninanasuecia.blogspot.com/2011/05/na-suecia-tambem-nao-tem-bebe-com.html)

Obrigada desde já, e desculpa mesmo incomodar! ^____^

Bjo!"


Desculpa incomodar de novo, é que eu realmente achei muito interessante para o meu trabalho... Quando você tiver tempo para me responder (se você tiver, se não tiver, tudo bem), vc poderia me dar essa ajudinha? pode me responder aqui ou pelo e-mail que mandei, o que você achar melhor, e se vc quiser, ok? ^_^

E parabéns pelo blog e pelos seus filhos lindos! :)
boa dica...fui lá ler.para béns para ele e que faça muito, muito sucesso.
Somnia Carvalho disse…
Oi Cassia!

voce ainda esta ai!

menina anda tudo muito louco aqui!, mas eu não recebi email seu nao! desculpe!

me manda de novo para somnia.carvalho@gmail.com

como estou muito na loucura esses dias eu preferia se a gente pudesse teclar tipo no face ou skype. que tal?

vou adorar poder te ajudar nesta reflexao, se ja nao for tarde demais!
Cassia disse…
Olá! Te enviei o e-mail de novo! ^_^

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Na Suécia também não tem... bebê com brinco na orelha

("Não tem brincos: é menino ou menina?", criança sueca posa para grife Polarn O. Pyret ) Nove em cada dez vezes que alguém no Brasil tenta ser simpático com uma grávida ou alguém com um bebê de colo a pergunta é sobre o gênero da criança. Menino ou menina? Já repararam? Embora essa pareça ser a única pergunta possível para tanta gente, a verdade é que ela diz muito sobre nosso modo de ser e pensar e a importância que damos ao sexo e a escolha sexual de uma pessoa. Tomemos outra situação: quando alguém olha para um bebê menino nas ruas no Brasil você acredita que haja alguma expectativa quanto a algum sinal, uma marca, deixando claro e evidente se tratar de um menino? E quando encontra uma menina? Bom, fato é que nossa menina Marina agora tem 8 meses e eu simplesmente não tenho condições de contar as dezenas de vezes em que fui parada nas ruas em São Paulo por alguém perguntando se tratar de uma menina ou de um menino.  Até aí nenhum problema! Bebês no começo não ...