"There's no time for us There's no place for us..." Meu (segundo) passeio aos Alpes Suíços me fez pensar demais na minha relação com a Natureza. E me fez relembrar casos e histórias que quiz contar aqui antes, mas não contei. As montanhas brancas, o poder que elas exerceram sobre mim e a beleza que pude desfrutar "gratuitamente" não me deixaram voltar a mesma, ainda que minha relação com a natureza e o meio ambiente já tenha mudado tremendamente nos últimos três anos de Suécia. Eu sou o tipo neurótica com sujeira na praia ou em qualquer lugar. No Brasil, em Riviera de São Lourenço, eu quase tive um colapso nervoso com uma família (aparentemente muito bem de renda) de umas 15 pessoas. A família "cóin cóin" comeu de TUDO que se possa imaginar das barraquinhas, porque tinha grana para pagar suas regalias. Até aí tudo bem. Ou não. Problema não foi que todos comeram muito. E que também beberam muito. Além de consumir MUUUITA água de côco diretamente da ...
Comentários
Leio seu blog há muito tempo, inicialmente pra saber como seria a vida na Suécia, e depois porque os textos são muito emocionantes.
Aproveitando o gancho - e me desculpe se já houver post a respeito - pensei em lhe perguntar o seguinte: você já leu os livros da Trilogia? Eu os li, e achei ótimos (uma espécie de Agatha Cristie modernos), mas fiquei com uma dúvida a respeito da quantidade de "ficção" que tem nos livros.
Mais especificamente: pelo que ouvimos falar (e por vários de seus posts) a Suécia sempre me pareceu um lugar bem seguro. E nos livros há várias menções a insegurança nas ruas, de um modo bem comum, até. Gostaria que você analisasse se o Stieg (olha a intimidade! -rs) não retrata uma Suécia sombria demais.
Obrigado desde já,
Alexandre
Olha a bagunça que ela fez gente!
Adorei ver por aqui a Marinacota toda espertinha!
Voltei! Preciso falar contigo, mande-me seu fone de novo, pois deixei meu caderninho em Petrópolis.
saudaaaaaaaaaades!
beijuuuuuuuuu