Pular para o conteúdo principal

Sou feliz porque Sou...: sobre a relação de causalidade entre maternidade e da felicidade

(Eu, Marina e o Mar, Litoral Paulista, agosto de 2010)
Gente boa,

Só para linkar para vocês dois posts da Lola a respeito do quanto se é ou não feliz tendo ou não filhos. Assunto interessante e quase sempre espinhudo também.

Esses dias deixei um comentário sobre o assunto lá, quando ela refletia humoradamente ("Mentiram para mim: ter filhos não traz felicidade") sobre uma pesquisa que provava que ter filhos não garante felicidade para grande parte de quem os tem. Hoje ela fez um outro texto muito legal ("Mães extremamente felizes respondem) tratando do meu comentário e o de outra leitora.
E por falar em Lolíssima aproveito para divulgar o novo concurso de blogueiras que ela está promovendo. Passem lá, se inscrevam, divulguem posts legais porque a troca vale muito a pena!
Bom, deixa eu ir comer a comidinha deliciosa da minha mãezita Dona Maria, porque disso eu andava mesmo com muita saudade...

Comentários

Maariah disse…
Bem, Somnia acabei de ler o último post da Lola. No primeiro post lembrei-me de ti ;)

Tenho de voltar a ler, com mais calma, ambos os post, mas muito rapidamente acho que não existe receita única para a felicidade. O que me faz feliz a mim pode não fazer a outra pessoa. E a minha visão de felicidade vai mudanda à medida que eu vou amadurendo, vivendo outras coisas.

Filhos não, são na minha opinião, condição essencial para se ser feliz, mas sem duvida que trazem muita felicidade.
Lúcia Soares disse…
Oi, Sônia! Que bom estar aqui com você!
Conta (com calma) como foi a viagem, a chegada, (fotos, fotos!) e esse recomeço aqui no Brasil.
Li e até comentei no post da Lola, o primeiro.
Agora vou lá ler o segundo, então.
Estão todos bem?
Beijo em todos.
Marina está engordando e crescendo bastante? (não tão "bastante", senão dificulta o parto, né? rsrsr
Como se diz, "criança se engorda é fora da barriga").
Bj
Anônimo disse…
Oi Sonia,

Vc tá uma grávida lindaaa!!( e olha q eu acho q gravidez deixa a mulher estranha..rs)
Eu imagino como deve ta sendo difícil pra vc se readaptar no Brasil!

Seja bem vinda ao Brasil!!!
Bjos da Bahia!!!
Luciana disse…
Menina, você está gravidíssima, hein?
E mais uma vez deixo o elogio: que nome lindo sua filhota tem. Adoro o nome Marina.
Vou ver esse outro post de Lola, o primeiro eu linkei, esse que você citou eu não cheguei a ler ainda, mas vou linkar também.

Beijo
Beth/Lilás disse…
Você está linda, loura e gravidíssima, adorável simplesmente de amarelinho e chapeuzinho com flor.
Passa uma tranquilidade maravilhosa dessa espera por alguém já é tão amada.
Marina, serás muito feliz com esta mãezona tão bacana!
beijinhos cariocas
Adorei o post sobre Filhos não trazem felicidade. Vou falar sobre ele no blog.

E você está mesmo uam gra´vida muito bonita, parabéns!

Beijos
Danissima disse…
Somnia querida,
que isso? vc tem noçao que eh inverno no Brasil??? e vc, ai, na praia?!
Ta linda, lindona. Da vontade de abraçar...

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...