Pular para o conteúdo principal

"Jag saknar dig mindre och mindre", música sueca pé no chão



Eu já passei da fase de ter dores de cotovelo por amores perdidos (e espero que isso dure uns 40 anos mais), mas eu volta e meio vejo minhas alunas e alunos curtindo aquele baixo astral por conta do amor.

Adoro esta música aqui que reconhece como não há nada como o tempo passando e o costume. A gente se acostuma com essa e aquela pessoa e depois, desacostuma!

O refrão "Jag saknar dig mindre och mindre", eu sinto sua falta menos e menos, reafirma isso: não há dor de cotovelo que dure para sempre e não há nenhuma rotina a qual a gente não se acostume, se apegue e depois sente falta de novo, quando esta vai embora...

Beijos e ótima terça feira nublada!


Comentários

Lu Souza Brito disse…
Não há mal que dure para sempre. Ai, as dores de cotovelo adolescentes são taaaaaao intensas.
Vejo minhas sobrinhas e nao sei se rio ou se sofro com elas, porque tudo tem uma dimensão absurda, do tipo: meu mundo caiu, nao sei mais quem eu sou, que será de mim, kkkk.
Saudade de você Sonia. E aí, como está?

Um beijo
Lúcia Soares disse…
É isso, exatamente, que eu dia dizer: não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. Tudo são fases na vida.
Também me desejo uma vida de muito amor, com a mesma pessoa, pois dá menos trabalho...rsrs Não foi à toa que fiz, dia 28/09, 39 anos de casada. Entre namoro e noivado, 42 anos...Coisa demais? Parece que foi ontem...
Beijo, Sônia.
(Que bom que seu blog voltou ao "normal". Não me dou bem com aquele formado do g1, que vc tinha. Vou ler tudo e comentar. Saudade!)
Beth/Lilás disse…
Soninha, a terça-feira foi nublada até aqui viu, mas eu estava acompanhada do meu companheiro de sempre e tudo acaba ficando bom.
Estamos de férias em nossa própria casa, curtindo filmes, leituras e outras cositas más.
O que eu acho é que as pessoas andam se enjoando facilmente de tudo, até dos companheiros e nesse troca troca, acabam ficando é sozinhos mesmo.
um abraço carioca


Cristina Pavani disse…
Oi, Somnia!
Tive uma professora de artesanato, que dizia:
_ Nos acostumamos a todas as malcriações da vida!

Olha,gostei de um comentário seu no blog da Beth e usei no meu post... qualquer objeção, me avise.
Um abraço.

Postagens mais visitadas deste blog

Salvar o Planeta? Que tal fazer exatamente aquilo que você já está careca de saber?

"There's no time for us There's no place for us..." Meu (segundo) passeio aos Alpes Suíços me fez pensar demais na minha relação com a Natureza. E me fez relembrar casos e histórias que quiz contar aqui antes, mas não contei. As montanhas brancas, o poder que elas exerceram sobre mim e a beleza que pude desfrutar "gratuitamente" não me deixaram voltar a mesma, ainda que minha relação com a natureza e o meio ambiente já tenha mudado tremendamente nos últimos três anos de Suécia. Eu sou o tipo neurótica com sujeira na praia ou em qualquer lugar. No Brasil, em Riviera de São Lourenço, eu quase tive um colapso nervoso com uma família (aparentemente muito bem de renda) de umas 15 pessoas. A família "cóin cóin" comeu de TUDO que se possa imaginar das barraquinhas, porque tinha grana para pagar suas regalias. Até aí tudo bem. Ou não. Problema não foi que todos comeram muito. E que também beberam muito. Além de consumir MUUUITA água de côco diretamente da ...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...

Na Suécia também não tem... bebê com brinco na orelha

("Não tem brincos: é menino ou menina?", criança sueca posa para grife Polarn O. Pyret ) Nove em cada dez vezes que alguém no Brasil tenta ser simpático com uma grávida ou alguém com um bebê de colo a pergunta é sobre o gênero da criança. Menino ou menina? Já repararam? Embora essa pareça ser a única pergunta possível para tanta gente, a verdade é que ela diz muito sobre nosso modo de ser e pensar e a importância que damos ao sexo e a escolha sexual de uma pessoa. Tomemos outra situação: quando alguém olha para um bebê menino nas ruas no Brasil você acredita que haja alguma expectativa quanto a algum sinal, uma marca, deixando claro e evidente se tratar de um menino? E quando encontra uma menina? Bom, fato é que nossa menina Marina agora tem 8 meses e eu simplesmente não tenho condições de contar as dezenas de vezes em que fui parada nas ruas em São Paulo por alguém perguntando se tratar de uma menina ou de um menino.  Até aí nenhum problema! Bebês no começo não ...