Pular para o conteúdo principal

A visita da prima e a resposta aos comentários

(Foto da vista de um das dezenas de  "barcão" que  encantam o Ângelo e passam aqui em frente o dia todo, a pedidos da minha mãe, Malmö, abril de 2009)


Bom dia, bom dia e ótimo dia!

Fui tentar responder os comentários dos últimos dois posts, mas não entra. Eu consigo entrar para postar, mas não consigo responder. Vou esperar um pouco mais e ver se resolve o "porobrema", mas tento dar mais ou menos as respostas aqui...

Aqui o sol deu uma sumida e está uma chuvinha há uns três dias. Ainda assim a claridade não deixa o dia ficar sem graça e temos tido um dia muito longo. O sol tem nascido muito muito cedo e praticamente ainda temos dia as dez da noite.

Da vista que vocês viram a gente tem vivido esses dias como se fossem todos fins de semana. A Primavera na Europa faz a gente viver como se fosse passarinho, como se fosse um esquilo pelo bosque. 

Em todos os blogs de colegas que vivem por aqui vocês verão algo parecido. As cores são muitas e muita alegria. É tanta vida que é quase impossível imaginar o que era o mesmo lugar há umas semanas atrás.

A cada árvore colorida que vejo ou montes e montes de cores espalhadas pelo caminho eu tenho vontade de fotografar, quero mostrar, quero partilhar.


(Uma das milhares de árvores da minha vizinhança, especial para minha mãezita, Malmö, abril de 2009)

Aquelas plantações amarelinhas, típicas da região e que todo ano encantam a gente já nasceram e estão colorindo todas as estradas e todo canto. Tá lindo demais! Eu penso todo dia na Dona Maria, minha mãezinha, que gosta tanto de flores e plantas e cuida delas com tanto cuidado.


(Um planador (?) que a gente "encomendou" pra animar o churrasco do fim de semana, Malmö, maio de 2009)

Sobre o grupo de capoeira no centro de Malmö foi sim especial encontrá-los ali, mas a minha sensação, diferente da que alguns de vocês descreveu, foi mais algo assim super "sentir-sem em casa", entende? Foi bem gostoso, porque eu me senti parte desse outro mundo que as pessoas daqui só tentam imaginar mas não conhecem.

O grupo, até onde entendi, é de professores e alunos de uma escola de capoeira daqui da cidade, mas eu sou péssima de memória e vocês já sabem... então...

Até mais ver!!! e vou tentar mais tarde novamente responder os comentários deliciosos de vocês!

beijocas!

Comentários

Grace Olsson disse…
Somnia, as flores amarelas ainda nao chegaram por aqui. Vc fala das amrelinhas que transformam em margarina e óleo?
Olha, aqui temc ada coisa...kkk
dias felzies
www.graceolsson.com/blog
Somnia Carvalho disse…
sim grace, as amarelinhas da plantacao de raps? nao lembro o nome!!!
aqui ta de-mais!!!!

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...