Pular para o conteúdo principal

Embaixatriz recebe jornalista brasileira


(A jornalista e a Embaixatriz, já grávida de 3 meses, durante despedida do Brasil)

Nesta semana deve chegar em Malmö a jornalista Adriana Cechetti, enviada especialmente do Brasil para cobertura do Natal da atual Embaixatriz da Amizade entre Suécia e Brasil.

Somnia Pollyana Deslumbrette de Carvalho, eleita recente e virtualmente para o cargo, escolheu a repórter por ter, segundo ela, "afinidades e vínculos eletivos".
Parece que as duas já se conhecem de alguma data.
Adriana, que cobriu a primeira exposição de Pintura da Embaixatriz (Pintura em Sol Maior), também tem acompanhado sua vida pessoal desde um certo tempo.
O arquivo de fotos é imenso e as duas aparecem juntas em vários eventos sociais realizados em São Paulo.



A simpática e renomada jornalista, que já trabalhou em três das maiores tevês brasileiras, entrevistou inúmeras celebridades no país, ao que tudo indica, também tem um particular com a Embaixatriz. Adriana é filha dos mesmos pais do marido de Somnia Deslumbrette. Expliquemos: Somnia casou com o mesmo rapaz com quem Adriana cresceu e que agora lhe deu um sobrinho. Dito ainda de outra forma: parece que as duas são cunhadas e o pequeno Ângelo seja sobrinho de Adriana.

Talvez essa coincidência tenha ajudado na cirrada eleição entre jornalistas, ocorrida há algumas semanas na capital paulista, para ver quem seria o sortudo escolhido. Talvez explique ainda o interesse implícito e pequenino que a profissional tem nessa visita ao gelo escandinavo.

O que importa é que Adriana Cechetti chega em breve e poderá também revelar seus dotes de super babá com o super menino,

Que ela faça uma ótima viagem e uma perfeita cobertura do Natal Sueco! E tomara ainda que tenha neve nas fotos!

Comentários

Anônimo disse…
Acho que a Somnia Deslumbrette é um dos melhores personagens já criados. Desenvolva essa idéia.

Teco
Somnia Carvalho disse…
Mafer, amiga querida, quem é Somnia Deslumbrette?
Agora fiquei encanada... eu só sabia de uma tal de Sônia cohabitando com a gente. Tem uma terceira???
Anônimo disse…
Fiquei muito emocionada de ver texto e fotos dessa tal jornalista no blog. Ela tem dado pulinhos de alegria e contado as horas para essa cobertura natalina tão especial. Vai ser um dos trabalhos mais prazerosos já realizados por ela.

Adorei!
Obrigada.

Tia Dri
Somnia Carvalho disse…
Por aqui estamos contando minutinhos em sueco também! vai ser bão demais! Boa viagem querida tia Dri!

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

"Na Suécia também não tem..." mulher que tem frio nas pernas

(Traje bem típico das suecas em época de inverno, com acréscimo de botas mais frequentemente, foto: Stockholm free style ) Num dia qualquer da semana passada em que o termômetro marcava 6 graus durante o dia eu fiz minha rotina de sempre. Fui para a escola as 7:30 da matina de bike só que com o dia ainda bem escuro. Voltei para almoçar, novamente de bike, e voltei de novo para o centro para buscar Ângelo que também acordara na escolinha. O frio estava congelante. Não porque 6 graus seja assim tão péssimo, mas havia um vento fininho chato com uma finíssima camada de chuva. Qual não foi minha surpresa quando vi uma sueca na sua bike, toda vaporosa (ela, não a bike) de meia calça fina. Eu já tinha topado com essa cena nos dois anos e meio que estamos aqui, mas não sei porque aquele dia eu fui me dando conta de quantas mulheres usam o mesmo modelito já em dias em que vocês fraconildinhas brasileiras iriam mor-rer de frio! Sim. É verdade e eu já sabia que é comum a mulherada usar meia fina,...