Pular para o conteúdo principal

Menino ou Menina?



Gente boa,

Andei e ando ocupada com o workshop que será na quarta agora.
Andei e ando ansiosa com isso, mas mais ainda com o ultrassom que farei amanhã de manhã.

Com ele saberei muito sobre a saúde do bebê e também seu sexo.
Na Suécia é bem comum que as mulheres esperem até o nascimento da criança para saber o sexo. Aliás, quando cheguei eu achei que fosse a maioria, porque só conhecia mulheres que não queriam saber se estavam grávidas de meninos ou meninas. Agora vejo que há muitas que querem saber antes, tal como eu.

A idéia de não saber o sexo vem de que haveria um desejo oculto e preferência por esse ou aquele gênero. E isso, aos olhos de muitos, é um preconceito antes mesmo da criança nascer.

Eu respeito. Acho que é sim horrível quando uma criança nem sequer tem o direito de ser aquilo que é. No meu caso, estou mesmo curiosa, assim como estive na primeira vez, porque saber o sexo me ajuda a estabelecer um elo com a criança. Tratá-la como aquilo que ela é... Não como "o bebê", que me parece um tanto distante demais.



Saber se é menina, menino, pensar seu nome e como está crescendo aqui dentro agora. Pensar como será nós quatro juntos, me ajuda a começar essa relação agora pra mim é muito mais importante do que se o bebê é menino ou menina.

Pra mim ele ou ela já é uma pessoa com quem quero estreitar ainda mais esse relacionamento que já comecei.

Agora mais que isso eu estou mesmo é aflita para passar esse período de mais incertezas. Saber se tudo está bem, se o bebê cresce saudável é o que me deixa mais na expectativa.

De qualquer jeito, como estou de 14 semanas, espero ter também o sexo amanhã... a não ser que a criaturinha resolva fechar as pernas!

Comentários

Luciana disse…
Näo esqueca de contar pra gente, estou curiosa demais.
Pensei que o post era pra dar palpite, quando vi o título.
Eu acho que é menina.
Conta conta!!!!!
Beijo e tudo de bom pra vocês, espero que tudo dê perfeito com a ultra amanhã.
Fabi disse…
Independente do sexo, que venha com muita saúde e lindíssimo como o Ângelo!
Beijão!
Anônimo disse…
Eu também não sei se eu aguentaria de curiosidade não... acho elas muito contidas aqui, e ainda consegue deixar pra comunicar uma gravidez já lá pelos seus 3 meses! Pra mim é uma grande diferenca cultural.
Ouví dizer mesmo que muita barnmorska não gosta de contar o sexo e não conta! 'Sur' foi a palavra que uma sueca usou pra descrever a reacão delas. rs

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...