25 dezembro 2014

O Discurso de Natal que eu não fiz


Acredito que você, ou muitos de vocês, tanto quanto eu, já desejou falar umas belas palavras, ou umas nem tão belas assim, na noite de Natal. Você já desejou imensamente estar exatamente ali naquela "noite feliz" ou fugir dela o mais rápido possível.  Estou viajando sozinha?

O Natal sempre teve "significados" para mim.

Já senti "de tudo" em noites de Natal. Amor fraterno, desejo imenso de mudar o mundo, ajudar a humanidade, assim como crença e descrença total em qualquer explicação não terrena sobre a vida e a humanidade. Eu hoje não saberia como descrever o que sou e em que, de fato, acredito... por isso o Natal continua cheio de significados.

Ontem, porém, eu senti a maior tranquilidade, uma paz (não de novela, nem de livro), uma coisa boa, realmente verdadeira dentro de mim. Desejei ter escrito o discurso, ensaiado na minha cabeça, para as pessoas que estavam na minha casa. Entretanto, minha eterna procrastinação na última hora deu lugar a uma certa insegurança de falar de sopetão na frente das vinte e quatro pessoas que estavam aqui. Eis aí o que eu queria ter dito a eles... mas também a você:

"Boa noite gente querida! Obrigado por estarem aqui!

Esta semana ensaiei várias vezes escrever, na parede acima de minha cama, um trecho de uma poesia que eu costumava ler, literalmente enfiada nos livros na Biblioteca das Letras na Unicamp, logo que entrei na Universidade. Depois eu li centenas de vezes no meu primeiro livro de poesias até que gastei as páginas de tanto ler. 

Esta semana, enquanto escrevia, apagava o giz e fazia de novo até que ficasse bonito suficiente na parede eu percebi o quanto a poesia de Fernando Pessoa (na voz de Ricardo Reis) hoje assumiu um significado tão diferente. É como se eu, uau! de fato e finalmente, tivesse conseguido passar do "que poesia linda!!!" para "que poesia significativa!". Pois é! Demorei dezoito  (!) anos para sentir que estou entendendo (talvez nem esteja ainda!) Fernando Pessoa.

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."

Tem alguém que vocês amam e não está aqui hoje com a gente? Alguém que poderia estar e escolheu não estar? Alguém que poderia, mas não pode mais estar? Eu tenho! Muitas. A começar pela minha irmã quem escolheu não estar e meu pai, quem não pode e não poderá nunca mais estar. 

Serei muito sincera: minha experiência com as pessoas foi quase sempre de achar que elas deveriam estar aqui comigo. Lembro da raiva que sentia de minha irmã por ela nunca vir a minha casa nos Natais que eu organizei. E, quando criança, ficava indignada de meu pai e minha mãe irem dormir às dez da noite e não celebrarem com a gente. Depois sentia uma decepção enorme de ver gente brigando e se maltratando, quando tinham feito a opção por estarem juntos naquela noite. E indignada com os gastos enormes em presentes quando as pessoas poderiam muito bem ter apenas pensado em quem não tinha nada naquela noite. 

Isso quer dizer que minha experiência de vida foi sempre ver o que faltava nas pessoas para elas serem o tipo de pessoa perfeita que eu achava que elas deveriam ser.

Nunca havia sentido amor incondicional. Quer dizer, talvez como mãe, mas não pela maioria esmagadora das pessoas que conheço.  Fui e quase sempre sou muito mais egoísta que altruísta.

Ao mesmo tempo eu sempre senti (ou seja, interpretei) dos outros, dos seus olhares, das suas meias palavras, das suas piadinhas disfarçadas que eu deveria ser de uma outra forma: na infância e adolescência deveria ser mais gorda, hoje, mais magra. Também achei que precisasse parecer mais bonita, mais arrumada, menos falante, mais sensual, menos sensual, mais educada, menos ríspida, menos intolerante, mais tolerante, mais amorosa, menos nhenhenhem, mais intelectual e inteligente, menos exibida, mais chique, mais simples.  Ufa! A lista é infinita.

Eu devolvia a raiva a cada uma dessas pessoas e à humanidade, de modo geral, o fato de ser cobrada (ou de achar estar sendo cobrada) o tempo inteiro para ser alguém que eu não era. E nunca seria. E mais: algumas coisas eu não queria ser e outras eu simplesmente não conseguia ser. 

Ontem foi a primeira vez na minha não tão longa vida eu tive a experiência de ser inteira, completa e perfeita * da forma como sou. Tive a experiência que o guardador de rebanos, Ricardo Reis, parecia querer me passar a vida toda: ser inteira. 

E ao conseguir de fato vivenciar a experiência de ser inteira, completa e perfeita eu pude ver a humanidade dos outros ao meu redor. E o quanto suas cobranças eram humanas, demasiadamente humanas. E ao tentar consertá-los ou, no mínimo, desejar que eles agissem e fossem diferentes era como se dissesse a cada ums: você é imperfeito! Para ser perfeito precisa ser assim e assim, deve me agradar nisso e naquilo. Só assim você pode ser boam o suficiente para que eu o ame ou a ame de verdade!

Minha mensagem hoje é esta! Grande parte do nosso sofrimento não vem do inferno que os outros provocam em nós, mas do inferno que imaginamos eles quererem provocar em nós... A recíproca também é verdadeira! Eles acham que nós queremos provocar algo neles, quando nem sempre é verdade e quando mesmo se for verdade, simplesmente não importa!

Não importa! E a prova é de que mesmo achando tanta coisas e culpando os outros pelo que fizeram e não fizeram a mim eu vivi minha vida como, mais ou menos, eu desejava. Fiz minhas escolhas. Estou aqui. Estou com vocês agora e não quero que sejam o que eu desejo que sejam! Desculpem pelo.tempo que tentei fazer isso e pelas vezes que ainda tentarei.

Quero que se sintam livres para serem quem são comigo. E, por favor acreditem, falo de mim! E falo do fundo do coração, por isso peço também a gentileza de só ouvir. Ouvir e não acrescentar nada ao que digo que você pense que estou querendo dizer.

Desejo profundamente o que Ricardo Reis já havia desejado: Seja inteiro. Só assim você será grande. Para ser grande a receita é não exagerar, não excluir aquilo que de fato você é. Em cada coisa que fizer, por mais simples que seja,  coloque o melhor de si mesmo, seja você completo em cada ação. "Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive."

Amo vocês!
Feliz Natal!

...


(* inteira, completa e perfeita é uma expressão pronta e uma reflexão que só sou capaz de fazer a partir do Curso de Comunicação da Landmark World Wilde que fiz este ano. Se quiser saber mais, por favor busque neste blog informações relacionadas ao Fórum Landmark Brasil.  Infelizmente não consigo linkar os posts agora e faço isso com calma depois). 


11 dezembro 2014

Fugacidadezinhas de Natal: quer?



Eu perdi a conta de quantas pessoas que conheço dizem amar as minhas Fugacidades mas não poderem ter as obras originais, seja pela falta de grana ou até de espaço.

Resolvi criar uma brincadeira com as telas em imãs.

Não sei quanto a você, mas sou apaixonada por imãs de geladeiras. Coleciono vários de Museus que conheci pelo mundo e são meu "pequeno tesouro".



Esses aqui podem ser comprados individualmente ou montando-se kits com a quantidade que se se desejar.

Com o Natal há menos de duas semanas minha ideia é que você possa escolher as imagens que gostar mais e enfeitar seu espaço ou presentear as pessoas com um pouquinho de arte (ou a ideia dela).

Quem se interessar é só me escrever por aqui, no email ou face que mando a tabela com os valores dos kits. Quanto mais se junta num kit, mais desconto leva.

Email: 
somnia.carvalho@gmail.com

Facebook:
https://www.facebook.com/pages/Somnia-Carvalho/110609932432153?ref=hl

Para identificar as que você deseja é só pegar pelo número aqui no Toda Sexta-Feira:

http://todasexta-feira.blogspot.com.br/

Beijo grande!


 


28 novembro 2014

Uma obra de arte ou mil palavras? "As margens do Rio Pinheiros", por Eduardo Srur


 Eu não sei se você me ouviu dizer isso antes, mas depois de voltar ao Brasil eu voltei a lecionar. Digo isso porque a maioria de vocês que me segue, o faz por conta do blog que iniciei na Suécia e pelo título deste.

Nos primeiros anos de São Paulo, até 2006, trabalhei na região da Paulista, mas meu caminho nos últimos três anos tem sido outro: a Marginal Pinheiros.

Necessariamente, preciso cruzar quase a Marginal do Rio todinha três vezes por semana para chegar às duas unidades do colégio onde trabalho e faço isso de trem.

Eu posso confessar três coisas: eu adoro trabalhar nestes dois lugares, eu gosto de passear pela cidade, mas eu odeio atravessar a Marginal Pinheiros. E o porquê disso eu conto depois.

Já alguns meses atrás eu tenho feito fotos, anotações para escrever sobre minha impressão sobre esta cidade, sobre nós os moradores dela, sobre tantas coisas e nas últimas semanas fui surpreendida pelas obras que vocês veem neste post. Elas são incríveis!


Duas das onças pintadas ficam exatamente em frente à louca Estação Pinheiros, onde milhares de pessoas tropeçam umas nas outras, em mim e eu nelas todos os dias.



Antes delas, eu havia quase quebrado o pescoço quando vi um banhista tentando pular no rio, quero dizer, isso foi o que me pareceu vendo de dentro do trem onde eu estava. Percebi depois que se tratava de uma escultura e compreendi que todas elas faziam parte da mesma intervenção artística. Eu olho para ela e penso: como eu queria conseguir inventar algo assim!

(Srur! me deixa trabalhar pra você! Encho super bem onças infláveis e sei montar manequins! rs...)



Eduardo Srur é famoso por suas intervenções na cidade e há enormes chances de você saber muito mais dele do que eu, inclusive porque essas obras já foram tema de reportagens anteriores dos principais jornais e revistas de São Paulo. Alguns dos quais passei os olhos hoje para escrever colher as fotos para este post.




Vendo as obras de Srur deu uma vontade e-nor-me de voltar aqui com a sessão "Uma obra de arte ou mil palavras" para perguntar:


O que você vê nesta obra?

Sei que ela não é enigmática como algumas que postei anteriormente, mas ela é muito profunda. Embora trate de uma temática que imagino ser clara para a maioria de quem olha (será?) creio que podemos ter reações, sensações e reflexões diversas a partir dela.



Quero lhe perguntar o que você vê na obra mas também:

Você acredita que nos contextos atuais a arte faz alguma diferença? 

Diz aí, por favor, tudo que passa pela cabeça de vocês e depois também solto o que anda pela minha.

Ah! O mais interessante é falar sem pesquisar primeiro. Você até pode pesquisar, mas o bom é que faça primeiro sua apreciação para depois juntá-la com outras críticas e informações ok?

Aguardo vocês!

(se quiser saber quais foram as obras tratadas anteriormente nesta sessão é só clicar no marcador "Uma obra de arte ou mil palavras")

ps: as imagens são da divulgação da intervenção.

27 novembro 2014

"Em todo lugar que eu olho agora"...


"Halo", Somnia Carvalho, 2014 
acrílico sobre tela, 1,60x1,1,40 cm

Há algum tempo postei aqui uma versão da conhecida "Halo", canção normalmente protagonizada pela pop Beyoncé, na voz da norueguesa que eu já havia apresentado a vocês. A versão, muito mais meu estilo, por ser calma, pausada e sem as batidinhas da primeira, vai bem mais fundo no sentido da canção. Sem contar que na voz de Ane Brun, para mim, é incomparável.

Essa versão ficou na minha cabeça, insistiu, ouvi e ouvi de novo dias seguidos até que, quando fui dar instruções para o Curta Metragem das minhas alunas e alunos de Mídias deste ano, veio de novo o desejo de trabalhar a diferença das duas interpretações. Pensar em como a mesma letra pode ser sentida de forma completamente diferente. Muitos odiaram! Outros, como eu, ficaram fãs da segunda.

Ouvimos as duas, analisamos, discutimos de vários pontos de vistas e abordagens. Quando foram fazer o curta do ano, a obrigação era que sua história tivesse uma mala, a música na versão da Ane Brun (não resisti a inclui-la) e a frase: "Esqueçam tudo que falei sobre o amor, até aqui só provei do ódio".
Claro, porque tenho tendência ao drama!



("Halo", Ane Brun)

O desafio foi lançado e histórias engraçadas ou dramáticas foram criadas. Entre elas, se destaca "Amor finito" que, ao meu ver, conseguiu dar uma naturalidade muito gostosa às três exigências, mesclando-as numa história criada por eles... Sem contar o uso muito bom que esse grupo de três meninas e dois meninos fizeram da câmera, do olhar, da edição... Adorei o resultado! (Só não consegui postar agora, porque o blogger não comporta o tamanho, farei isso no próximo post!).

Hoje, novamente, quando fui pintar resgatei um desenho antigo meu... o desejo que tinha de fazer uma série só com músicos, já que anos atrás fiz "O pianista". Adivinha qual foi a música que ouvi dezenas de vezes para compor a tela que vocês vêem aí? Exatamente! "Halo", de novo!

E então olhei para a tela e ela era um misto de cores de um cartaz de uma peça musical que vi na Suécia e estava ali no ateliê há algum tempo... Era também a mistura de uma amiga querida, cantora lírica, e seu corte de cabelo (a Cristiane) chanel. Tinha a boca de uma outra apaixonada por ópera... (a Ludmila), o violoncelo da versão de Brun. Ao mesmo tempo eu pensava numa outra pessoa que conheci e já adoro (Alê) que me pediu uma tela. Uma moça feliz, sorridente, cheia de vida! Alguém que imagino amando música!

Finalmente estou aqui... porque não queria deixar passar essa vontade de registrar como nossos pensamentos e nossas escolhas são este misto confuso e bonito de tantas coisas que vivemos todos os dias... Como somos marcados por pequenas coisas que transformam nosso dia, nosso jeito de viver cada dia...

E também para dizer: ai! que saudade de escrever aqui e de falar com vocês! De dividir o que tenho feito. Obrigada por tantos de vocês ainda estarem aí! De vez em quando recebo mensagens e cartas tão maravilhosas de agradecimento que põe no chinelo estes textos, mas aqui estou.

Minhas férias estão para começar e estou planejando, entre tantas coisas, pintar e escrever! E com certeza vou aparecer mais por aqui até o fim de 2014.

Beijo grande!

18 outubro 2014

Este sábado é dia de encontro, de arte e de papear com a Somnia: diz que vem!?


Queridos e queridas,

Há alguns meses estou com minha amiga Eloisa Remedio no Atelier Fazendo Arte e, finalmente, vou receber vocês para apresentar o atelie e o canto onde temos criado algumas artes.

Vocês são super bem vindos!

Mesmo que seja rapidinho passa lá para a gente papear, viajar na maionese juntos!

Atelier Fazendo Arte
Rua Dr. Miranda de Azevedo, 691 - Pompéia
F: 3868-1510

Beijão!

08 setembro 2014

1o. Curso de Comunicação para Graduados do Fórum Landmark: 11, 12 e 14 de Outubro



(imagem  dispon[ivel em: morguefile free photos)


Muitas vezes nós lidamos com comunicação como a nossa capacidade de convencer os outros a fazerem aquilo que desejamos ou então confundimos comunicar com falar bem, falar bonito e parecer bem.

A maioria das pessoas nem ao menos considera, em seu dia a dia, a experiência de serem inteiras, perfeitas e completas na comunicação e quase sempre usam a comunicação para sobreviver no mundo, aos outros ou para consertar as coisas e as pessoas, controlando-as, manipulando-as.

No Curso de Comunicação Landmark você será convidado a criar comunicação a partir do nada, deixando para trás todas as ideias que tem ou teve a respeito do que seja comunicar.

O curso lhe dará capacidade de compreender comunicação como sendo a capacidade de ouvir, porque só quando ouvimos – a partir de nada, sem histórias e conversas – o que os outros estão nos dizendo, somos capazes de nos comunicar de fato com eles. 

O Curso de Comunicação Landmark irá fazer desmoronar as barreiras que você tem na área do ouvir que lhe impedem de estar presente para o que realmente importa na sua vida. No Fórum você foi capaz de compreender o seu SER no mundo como  “vazio e sem significado” e criar um espaço repleto de possibilidades de ser. No Curso de Comunicação, entretanto, você chegará a distinguir o que é “vazio e sem significado” na área do OUVIR.

A partir disso, você terá poder para criar amor, afinidade e possibilidade em sua comunicação com qualquer pessoa, em qualquer circunstância pelo resto de sua vida.

E então? O que você nos diz?

Informações sobre o Curso, formulário de inscrição, valores etc escreva para:



1o. Curso de Comunicação Landmark no Brasil
11 e 12 de Outubro (sábado e domingo) das 9:00 às 22:30
e Encerramento dia 14 de Outubro das 19:30 às 23:00
São Paulo - região da Paulista



03 junho 2014

Sessão Free de Encerramento do Fórum Landmark 2014: para quem não se contenta com pouco!



Hoje no fim do dia, quando voltava das aulas para casa, dei de cara com esta "intervenção" aí, numa rua da Vila Pompéia. A-do-rei! e achei que ela seria perfeita para ilustrar o convite especial que tenho a fazer:

Amanhã, terça-feira, estaremos encerrando o Fórum Landmark 2014, o qual teve início na última sexta-feira.

Neste fim de semana foram 237 pessoas (quase o triplo do ano passado) que, juntas, e lideradas pelo líder (fantástico, muuuito bom!) da Landmark, Larry Pearson, estiveram revendo suas vidas e criando uma nova forma de ser e estar presente no mundo. Uma forma de viver livre de estórias do passado; uma maneira leve, verdadeira e simples.

Se você já esteve curiosa ou curioso com alguns dos meus posts anteriores (como este aqui, este outro, esse, e mais este aqui) sobre o assunto, a hora é agora!

Sessão de Encerramento do 5o. Fórum Landmark

Terça-Feira, dia 03 de Junho
das 19:30 às 22:45
Club Homs
Avenida Paulista, 735 - Cerqueira César
São Paulo 

Funciona assim:


Após 3 dias de curso, mergulho para pensar em suas próprias vidas, escolhas, passado, presente, futuro e que possibilidades querem criar para si mesmos, os participantes do Fórum Landmark podem trazer convidados para a sessão de encerramento. 

Nesta sessão, este ano guiadas pelo Larry, os graduandos compartilham como viveram estes dias, as sacadas, os saltos que já tiveram em suas vidas em tão curto tempo e o que criaram para si mesmos como possibilidade de vida.

Você e qualquer pessoa que queira participar estão convidados e a entrada é gratuita. Além disso, vocês também podem participar ativamente da sessão e poderão tirar dela algum proveito para sua própria vida.

Não, não precisa mesmo pagar absolutamente nada!

Se você decidir se inscrever, poderá garantir sua participação no Fórum de maio de 2015 pagando uma entrada de R$350,00, em cartão. Apenas amanhã será possível se inscrever garantindo também o preço atual total do Fórum que são R$1.250,00. 

Eu sei! Pagamento, dinheiro... É uma chatice! Mas é assim que pagamos o Larry, o hotel onde fizemos o Fórum, o Clube onde será o encerramento etc... 

O que tenho a dizer é que hoje esta quantia me parece absurdamente ínfima hoje, se comparada ao que se pode tirar do Fórum. Além disso, devo confessar que eu mesma quando me inscrevi estava sem trabalho, sem dinheiro, mas inventei umas formas de trabalho extra que me renderam o dobro do valor da inscrição em apenas 3 semanas. Vocês tem 1 ano ainda para dividir o valor do curso, caso queiram fazer!

Só peço que confirme sua presença para amanhã, para que organizemos o espaço para você e seus convidados!
Meu email para confirmação:


somnia.carvalho@gmail.com
telefone 11 9 9770 0086.

Eu sou uma das pessoas que já fizeram o Fórum e hoje são assistentes comprometidos de que mais, muito mais pessoas experimentem a mesma sensação incrível que tivemos e temos ao pôr em prática o que aprendemos por lá. Então podem entrar comigo mesmo.

Vou dar um conselho e ele também é de graça: invente uma maneira de participar amanhã! Uma maneira na qual o trânsito, o seu chefe, as suas rotinas e obrigações não sejam a desculpa para você não pensar na sua vida! Se você deseja ir e essas coisas aí lhe pararem imagina o quanto na vida você não tem deixado de fazer por tantos outros tropeços e pedras no caminho!

Venha! Eu estarei lá com mais umas centenas de pessoas e eu vou ficar muuuito feliz de compartilhar com você o que, afinal, é o Fórum Landmark!

Beijo grande!

Sônia. Somnia. Sonildes. Soninha.