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Ângelo e Sônia em casa



Após colocar algumas primeiras imagens no blog, além das muitas mensagens de congratulações - as quais agradecemos muito - começaram as primeiras perguntas. Será que o nariz é do pai? Cabelo de quem? A mão é assim ou assado? Para os que ficaram com essas dúvidas, ai vai mais algumas fotos. Aqui ainda é o Renato quem escreve. A Sônia está bem, já voltamos todos para casa. Porém a árdua rotina de novos pais já começou, entre uma trocada de fralda e outra eu escrevi este post. A Sônia está tirando um merecido sono, ou melhor, cochilo até a próxima mamada...


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Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

"Na Suécia também não tem..." mulher que tem frio nas pernas

(Traje bem típico das suecas em época de inverno, com acréscimo de botas mais frequentemente, foto: Stockholm free style ) Num dia qualquer da semana passada em que o termômetro marcava 6 graus durante o dia eu fiz minha rotina de sempre. Fui para a escola as 7:30 da matina de bike só que com o dia ainda bem escuro. Voltei para almoçar, novamente de bike, e voltei de novo para o centro para buscar Ângelo que também acordara na escolinha. O frio estava congelante. Não porque 6 graus seja assim tão péssimo, mas havia um vento fininho chato com uma finíssima camada de chuva. Qual não foi minha surpresa quando vi uma sueca na sua bike, toda vaporosa (ela, não a bike) de meia calça fina. Eu já tinha topado com essa cena nos dois anos e meio que estamos aqui, mas não sei porque aquele dia eu fui me dando conta de quantas mulheres usam o mesmo modelito já em dias em que vocês fraconildinhas brasileiras iriam mor-rer de frio! Sim. É verdade e eu já sabia que é comum a mulherada usar meia fina,...