Pular para o conteúdo principal

Segunda? FEIRA, terça? FEIRA, quarta?... Das coisas que eu amo no Brasil

(Feira livre em São Paulo é imperdível!, janeiro 2011)

Depois de alguns semanas longe das feiras de rua que eu adoro, ontem desci as ladeiras do bairro e fui à feira com meu possante carrinho de latão.

Comprei por 28 reais (ou 107 coroas suecas) isso tudo que está aí na mesa, sem pechincha. Só para se ter uma idéia eu pagaria uns 3 ou 4 reais por apenas uma espiga de milho verde na Suécia. Paguei 3 reais por 6 delas e estavam fresquinhas e gostosas.

Se eu ainda estou morrendo de saudade da Suécia? Tô sim, mas que eu morria de saudade de fazer o programa de ontem e encontrar frutas frescas, docinhas, saborosas e baratas como essas ah! isso é lá muuuito verdade!

Comentários

Lúcia Soares disse…
Bingo!
Ponto para o Brasil!
Eita terrinha boa, onde "em se plantando tudo dá", desde priscas eras!
Muito bem, está bem servida e feliz! rsrsrsr
Bj
Maariah disse…
Adorei as cores. Óptimo aspecto.
Beth/Lilás disse…
Isso lá é verdade!
Ontem mesmo, meu filho recebeu a visita de um amigo do Canadá e o rapaz foi almoçar com ele num restaurante simples bem aqui próximo do prédio. Voltou encantado com tanta variedade e disse-nos que por lá, se tivesse um assim na esquina estaria bem servido, ainda mais se fosse comida brasileira que o gringo adora.
Eu adoro uma feira ou um hortifruti também.
bjs cariocas fervilhantes (que calor!)
Fernando disse…
Sônia, quando se mora ou morou fora, a vida se torna um dilema eterno, por mais que se tente a comparação é, e será sempre inevitável. Lugar perfeito não existe, mas não deixamos de fazer paralelo, quando vi as mangas então, já faz 7 anos que não como uma, não que aqui não tenha, é caro mas nada tão assustador, as melhores vem dai do Brasil, o problema é que a vida inteira só comi manga tirada da arvore, bem fresca, e as que se vende aqui devem ter mais de semana colhida, se pudéssemos colocar tudo de bom que há num mesmo lugar, seria nessa terra que eu moraria, por enquanto fico aqui, ainda a parte boa compensa a nem tanto. Abraços.
Camila Hareide disse…
Ah, Sonildes, tem mandioquinha aí na fota, tem? Pois é, taí um ponto a menos bem grandão pra esse pedaço do mundo. Aqui na minha cidade pago (quase nunca, só se estiver com MUITA vontade)quase 20 reais por UMA berinjela, ainda por cima vinda do sul das Oropa, tipo Itália, Espannha. Ás vezes até coisas de Israel e do norte da África. Tudo verdungo, sem sabor...

Saudade de uma feira, e de um belo pastel de feira!

bj

Postagens mais visitadas deste blog

"Em algum lugar sobre o arco íris..."

(I srael Kamakawiwo'ole) Eu e Renato estávamos, há pouco, olhando um programa sueco qualquer que trazia como tema de fundo uma das canções mais lindas que já ouvi até hoje. Tenho-a aqui comigo num cd que minha amiga Janete me deu e que eu sempre páro para ouvir.  Entretanto, só hoje, depois de ouvir pela TV sueca, tive a curiosidade de buscar alguma informação sobre o cantor e a letra completa etc. Para minha surpresa, o dono de uma das vozes mais lindas que tenho entre todos os meus cds, não tinha necessariamente a "cara" que eu imaginava.  Gigante, em muitos sentidos, o havaiano, e não americano como eu pensava, Bradda Israel Kamakawiwo'ole , põe todos os estereótipos por terra. Depois de ler sobre sua história de vida por alguns minutos, ouvindo " Somewhere over the rainbow ", é impossível (para mim foi) não se apaixonar também pela figura de IZ.  A vida tem de muitas coisas e a música é algo magnífico, porque, quando meu encantamento por essa música come...

"Ja, må hon leva!" Sim! Ela pode viver!

(Versão popular do parabéns a você sueco em festinha infantil tipicamente sueca) Molerada! Vocês quase não comentam, mas quando o fazem é para deixar recados chiquérrimos e inteligentes como esses aí do último post! Demais! Adorei as reflexões, saber como cada uma vive diferente suas diferentes fases! Responderei com o devido cuidado mais tarde... Tô podre e preciso ir para a cama porque Marinacota tomou vacina ontem e não dormiu nada a noite. Por ora queria deixar essa canção pela qual sou louca, uma versão do "Vie gratuliere", o parabéns a você sueco. Essa versão é bem mais popular (eu adorava cantá-la em nossas comemorações lá!) e a recebi pelo facebook de minha querida e adorável amiga Jéssica quem vive lá em Malmoeee city, minha antiga morada. Como boa canção popular sueca, esta também tem bebida no meio, porque se tem duas coisas as quais os suecos amam mais que bebida são: 1. fazer versão de música e 2. fazer versão de música colocando uma letra sobre bebida nela. Nest...

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...