28 abril 2010

"Na Suécia também não tem..." TV em consultório e hospital



(Menina lendo livro, escultura de bronze, site do Jardim Japonês, Inglaterra)


Esse assunto é velho, velho para mim, porque simplesmente todas as vezes que fui a um hospital ou clínica de saúde aqui na Suécia eu pensei neste post, mas passou...

Ontem, eram 7:47 da manhã e peguei minha bike para ir a uma consulta que seria as 8:00 da manhã. Cheguei lá 7:51. O lugar fica há dois quarteirões de casa.

A clínica é particular (Cura Kliniken, para quem vive aqui), onde comecei com o Dr. Bo (dá pra ver o simpático doutor "velhinho" que na foto deve estar uns 20 anos mais jovem, e que no Brasil já estaria aposentado), mas mesmo assim não pago consultas ou ultrassons que estejam na lista dos direitos de grávida, estabelecidos pelo sistema de Saúde.

Por isso posso usar a clínica do lado de casa e chegar em três minutos. Ter atendimento bom e não pagar nada mais por isso. Coisas de Suécia!

Outra coisa de Suécia é que ao chegar eu vou lá para uma saletinha especial, com sofás super confortáveis, mantinhas, almofadas, quadros legais na parede, revistas e livros (maternidade e infantis), com aparelho de som e cds com música de relaxamento, caso a gente mesmo queira colocar.

Tomei a dose de melado pra fazer o exame de diabetes e pluft! capotei no sofá... Acordei e me deu aquele tchum! A memória pegou a última vez que estive em hospital e clínica no Brasil aí no fim do ano e eu e o Renato nem conseguíamos falar tão alto era o volume da Tevê na clínica particular (TV é sinal de ser chique, porque ser chique é ter dinheiro pra comprar tralhas como tevê) que estava na sala.


(Aparelho de televisão da Casa de Saúde Pública de Jardim de Seridó, exibida como uma das provas de que a Prefeitura havia feito investimentos no lugar, RN, Brasil)
Assim sempre foi em quase todo consultório que fui ao Brasil. Todo o povo de pescoço pro alto olhando o aparelho televisivo. E o canal? Na última vez era uma coisa de um monte de gente parecendo modelo, sei lá o que numa fazenda, um reality show, bem daqueles de "super alto nível" passando durante o dia. Todo mundo ligadão. Procuramos por revistas legais. Nada. As que tinham lá eram de pelo menos 3 anos atrás. Rasgadas. Livros? Nem pensar!

E muito tempo de espera. A médica chegou quando chegamos e já tinha outros 5 pacientes na espera.

Aqui? Horário marcado pra você, sem esticar, sem atraso e com programação da hora que volta pra casa. Tem exceções, mas como digo, exceção, não a regra. Ontem, por exemplo, meu horário deveria ir das 8 às 10. As 9:54 a enfermeira parteira colheu meu exame e viu no mesmo instante o resultado. Sem diabetes. "Tudo bem Sônia", pode voltar pra casa. Eram 10 da manhã.

Bom, mas o caso é que lá, naquela sala deliciosa sem tevê, sem um tumulto de gente porque cada qual tem seu horário e respeita (sueco odeia quem chega atrasado para qualquer coisa e odeia chegar atrasado, essa é uma das coisas em que eles são bem chatos) me fez pensar que uma das coisas que marca o subdesenvolvimento é essa troca dos livros pela tevê.

E o que estou descrevendo não é algo sobrenatural. Foi exatamente do mesmo jeito que fiz o pré-natal, em 2007, quando estive grávida do Ângelo, num hospital da rede pública de Lund.

Nessa Cura Kliniken, há, numa das salas do lado, uma tevezinha, bem pequenininha. E essa também foi a única vez que vi uma delas em qualquer clínica ou hospital onde estive (e estive em muitos!). A diferença é que o volume é muito baixo, quase não se ouve, porque há legendas. E o programa? um programa especial da clínica, criado por médicos que explica como tratar algumas doenças comuns.

E as pessoas? Em duas vezes que estive ali, duas em cada 10 davam uma rápida olhada, mas 9 delas tinham revista do consultório ou livro que haviam trazido de casa. Ah! também há muitos livros e brinquedos para as crianças.


(Lennart Hellsing, chefe de biblioteca de 90 anos, lê livro para crianças na biblioteca infantil para Lucas Lindberg, 2 år, e Alexander Signell, 1 1/2 år, em programa criado por ele há anos atrás, Stehamra, Suécia)

Eu tenho aversão à televisão, então sou suspeita de falar. Também o que dizer, eu estudei Adorno! Hahá! Eu gosto mesmo é de livro, bliblioteca, livraria se for para me informar, de tevê eu gosto assim como gosto de qualquer aparelho eletrônico na minha casa. No entanto, a idéia daquela coisa ligada e das pessoas em volta (nossas salas no Brasil são quase sempre decoradas com os sofás viradinhos para o altar onde fica a deusa televisão), onde se pode ver qualquer tipo de besteira, já que confundimos liberdade e expressão com "faça qualquer coisa para chamar atenção e ibope", onde muita gente se torna quase zumbi, ali olhando para nada me deixa arrepiada.

Enquanto a vida passa, adormece-se...

Eu sei obviamente e acho incrível porque a tevê pode servir a causas incríveis. Pode nos tirar do desânimo e nos animar com coisas legais (como o rádio pode servir), pode comunicar, informar etc, pode nos sintonizar com o restante do mundo...


(Moça lendo em parque de Londres, Mail online)

Entretanto, ainda acho que enquanto formos a lugares como até um consultório médico, hospital público e particular e ficarmos em estado "off" em frente a um aparelho de televisão, bebendo da superficialização, aceitando a exploração da tragédia e do sofrimento alheio como informação, tendo nesse veículo de comunicação quase a única forma de buscarmos conhecimento, nós também não teremos clínicas muito boas e baratas a 3 minutos de casa. E teremos que enfrentar trânsito ou sistema público de transporte ruim para chegar lá. E quando chegarmos não seremos atendidos no horário ou seremos mal atendidos. E aí sentaremos e colocaremos os pescoços para o alto, em reverência ao nosso grande deus colorido...

Eu talvez tenha tanta aversão à televisão, porque compreendo que toda a miséria e barbárie está conectada a falta de entendimento e esclarecimento verdadeiro. E a tevê no Brasil é, quase na maior parte dos casos, um excelente veículo que ajuda a disseminar ignorância e alheamento.

...


ps: esse post não tem o objetivo de comparar o sistema de saúde da Suécia e do Brasil. Tentarei fazer isso num outro post.
ps1: só para constar, eu tentei buscar imagens de crianças e jovens lendo no Brasil no google e as primeiras imagens eram apenas imagens montadas para divulgar algum livro. Em inglês ou sueco elas aparecem rapidamente.

15 comentários:

novavidanovelhomundo disse...

Falou tudo... não deixou nada pros comentários! rsrs
Países subdesenvolvidos tem tantos símbolos de 'desenvolvimento', 'avanco'! TV, asfalto (tão melhor que lajota, né?), comprar tudo novinho, ter escrava doméstica...
Sobre livros, meu penúltimo post foi sobre eles, e se tiveres boas dicas eu abrí o espaco lá pra isso!
Eu levo o que eu estou lendo pra todos os cantos, mas aqui na Suécia tenho menos oportunidade de ler fora justamente por causa da pontualidade deles! rsrs Quando tenho é por que cheguei muito adiantada!
O programas da TV daqui no geral dão de 10 a 0 nos brasileiros também. Não tem a apelacão que a gente vê por lá. Os mais apelativos costumam ser os americanos que eles tanto mostram aqui.
Enfim, cada povo tem o que merece e o que está preparado pra ter.
Beijão!

Lu Sozua Brito disse...

Oi Somnia, quanta diferença mesmo né?
Aqui além de não ser bem atendido, muito menos no horário, há que se fazer um enorme esforço para ouvir quando for anunciado seu nome, já que o volume das tvs e o volume das pessoas é altíssimo.
Mas a falta de pontualidade (de pacientes e médicos) nao se restringe a Saúde pública não. Na metade desse mes fui a um super hospital em São Paulo, na região do Morumbi fazer uma tomografia. Particular, ok?
Como tinha que tomar um "reagente" para realização do mesmo, mandaram chegar com 2 horas de antecedencia. Cheguei 2:20h antes (lembrando que acordei cedo e estava em jejum desde o dia anterior). Pois bem, fui chamada quase 2 horas depois, nao aplicaram o tal reagente e tive que me entupir de agua e nao podia fazer xixi. Resumo, o exame deveria ter sido feito ás 11:30h e por isso cheguei ás 09:00h. Fui atendida ás 12:20h. E tiveram que injetar o reagente de iodo na veia, pois nao o fizeram antes, na antecedencia que me mandaram chegar.
É de uma falta de respeito absurda. Fico indignada com estas coisas.
Sei que seu post era mais sobre a falta de informação dos brasileiros e sua preferencia por tv em vez de informações de maior qualidade, mas fugi do assunto né?
Eu tenho tv em casa sim, mas estou tentando reduzir bem a utilização da mesma. Mesmo porque o tipo de informação que a mesma nos traz é mais de expiação do sofrimento alheio que qualquer outra coisa. Os bons programas passam na madrugada, antes das 07:00h da manhã, pois não dão ibope, pode???

Bjos

Tati Pastorello disse...

Concordo tanto com você. E nunca saí do Brasil para comparar, mas percebo aqui mesmo o quanto a tv é emburrecedora. O quanto se repetem falas como se fosse a verdade, só por que foi dita na TV.
Meu filho ama livros e eu sou muito feliz por isso e tento estimular da maneira que posso. Mas também adora Discovery Kids... Tento trazê-lo sempre, por que acho que esse endeusamento da tv é um costume que se desenvolve da infância, como tomar coca-cola. É duro remar contra a corrente, viu. Mas é a única opção válida no Brasil.
Beijos.

Érica disse...

Li seu post e estava pensando aqui. Só fui uma vez em hospital no exterior. Estava hospedada na casa de uma amiga e ela estava um pouco doente. Fui com ela e não tinha TV lá também não! Foi nos EUA.
E na Colômbia, na volta dessa viagem, fomos no posto médico porque minha irmã passou mal. Não sei se era porque o lugar era um só um posto médico do aeroporto, mas não tinha TV também não.
Só parei para pensar nessas coisas depois do seu post.

Glorinha L de Lion disse...

Maravilha de post sobre uma maravilha de país! Eu tb pouco vejo Tv..quando as pesoas me perguntam: viu a novela onte, ou viu BBB, ou viu o Faustão domingo? e eu digo não, não assisto....ficam me olhando como quem diz...mentira...essa esnobe só finge que não vê...palhaça...todo mundo vê...
Pois é, mas eu não vejo...prefiro ver um filme ou um documentário ou ler ou blogar...não que eu não veja tv, vejo sim, mas geralmente canal a cabo de entrevistas ou documentários...novela? comecei a ver essa que está passando e foi me enchendo o saco tanta enrolação e mentirada...as empregadas de novela são sempre amicíssimas das patroas, pessoas boas e honestas...nunca vi empregada de novela roubando ou falando mal da patroa, já as minhas....as que tive...cada uma pior que a outra....tudo em novela é inverossímel....enche...e os programas tipo Faustão, me recuso...é pura baixaria, não acrescenta nem ensina nada...
Quanto as Tvs nas clínicas e hospitais daqui...o que vc queria amiga? se o presidente do país diz que não lê nem jornal...acha que o povo faz o que? Arranca as páginas e rabisca os livros disponíveis....isso sem falar nas revistas velhas de 3 anos atrás, sem capa...conselho? fica aí na Suécia, que isso aqui tá a cada dia pior...
Bjs.

Mari disse...

Eu sempre tento não comparar mas é dificil, rs. O meu filho mais velho está no primeiro ano aqui no Canadá e traz todos os dias 1 livrinho para lermos juntos aqui em casa. Os primeiros eram bem faceis e a cada semana vai aumentando o grau de dificuldade. Alem disso, ele traz pelo menos 3 livros da biblioteca da escola toda semana. Outra coisa interessante é que ele aprende muitas coisas sobre esportes com os amiguinhos ou passeios nos parques e outras atividades da cidade, mas nunca chegou em casa falando de algum personagem de desenho por exemplo.
Na escola do Brasil (paga e caríssima, por sinal), eu tinha que levar dois livros todo inicio de ano, alem de 2 gibis. Ele ia para a biblioteca toda semana (1 vez por semana) e podia trazer um livrinho (um unico livrinho) e ai de mim se esquecesse de devolver na semana seguinte: bilhete na agenda e ele não podia pegar outro por uma semana como castigo, rs. Em compensação todo dia ele chegava em casa com uma historia sobre personagens de desenhos, personagens de novelas, e aquela gente de big brother. Os estímulos eram outros.

bj
Mari

Somnia Carvalho disse...

Mari,

to devendo comentario no seu espaço! passei la, li uns posts bacanas e nao tive tempo de deixar comentario!

entao, eu devo escrever menos mesmo, assim voces tem espaco pra falar algo! rs...

vou passar la e ver o post dos livros!!!

Somnia Carvalho disse...

Lu, pode fugir a vontade do assunto! rs...

voce tem razao: o descaso com a gente e muito grande!

nao quer dizer que aqui nao tenha Lu... dependendo da especialidade nao tem medicos suficientes e ha que se esperar muito! esperar como no sistema publico do Brasil... mas no geral nessas salas de espera ha uma organizacao muito grande e os horarios cumpridos.

Isso que aconteceu com voce precisava ir parar nas reclamacoes do lugar! mas com certeza como fazem isso o tempo todo, eles nem mesmo acham que eles estejam errados nao e?

absurdo!

Somnia Carvalho disse...

Tati,

entao! to aqui tentando acessar seu post da Novela em Roxo e nao abre... tenho problema para abrir o blogspot e comentar em varios periodos do dia...

vamos ver se aqui entra...

voce tem toda razao! quando vejo as maes sentando a crianca por horas na frente da TV eu fico louca... nao quer dizer que eles nao podem ver TV mas se nao tiverem a medida agora quando terao?

quando forem adolescentes? duvido!

e acho tambem que da para aproveitar alguns programas e tambem alguns filminhos legais de criancas para que eles aprendam linguagem e muitas outras coisas... alem de ser divertido...

so nao da pra plantar a crianca la e esquecer dela ou ceder a toda hora que pedem...

falou e disse!

Somnia Carvalho disse...

Érica, meu marido sempre diz uma coisa e eu concordo bastante:

talvez o fato do nosso pais ser grande demais, alem do fato de haver muita ignorancia e falta de informacao mesmo, a gente tenha a mania de achar que tudo que se faz ai e totalmente normal no mundo todo...

mas nao e!

esse seu exemplo prova isso!
Quando pensamos na Colombia! nossa! que horror a Colombia! mas em muitos sentidos nos nao estamos melhores...

se pensarmos na India, nossa que horror, que miseria! mas em muitos paises do Oriente, por exemplo, o Renato viajou e disse: la e pobre de marre de si, mas nao tem violencia, nao tem medo...

entao, o Brasil e fantastico em muita coisa, mas a gente se cega pro resto talvez pra nao se sentir ainda mais deprimido, sei la...

Somnia Carvalho disse...

Glorinha,

sou como voce! passei 8 anos vivendo entre a universidade e o mestrado, absolutamente SEM TV. Nunca via, nao tinhamos, nao fazia falta!

eu adoro ver filme... e sei exatamente quando o filme e idiota e tenta me fazer de idiota... isso e bem importante! E se for ruim eu passo adiante.
Se e ruim pra me divertir (todo mundo tem seu lado podrinho eu fico, mas nao sei porque me parece que eu posso desligar a qualquer hora, entende?)

Novela? eu respeito quem gosta, mas eu odeio! Odeio! e taoooo fraquinho que eu me sinto burra entende? sinto que acham que sou burra...

entao, eu entendo o que vc diz fofolete sobre o emburrecimento da populacao e eu concordo... ja faz tempo tambem que eu nao quero discutir politica (oque e absurdo pra alguem na minha posicao de professora), mas ao menos enquanto to fora to me poupando de ver tanto noticiario sobre corrupcao etc), mas eu discordo de voce que isso e consequencia da eleicao do presidente sem formacao...

na verdade me lembro de começar trabalhos voluntarios, de falar isso nas aulas ha 10 anos atras e de me matar tentando tirar da cabeca dos alunos que assunto de novela era critico e o Lula tava longe de ser eleito, nem ele nem seu pessoal todo...

entende? ele pode ser consequencia, mas nao e a causa. Mesmo com o presidente doutor o problema ainda era o mesmo...

esta enraizado demais, porque o poder corrompe de forma a cegar ou impotencializar quem la esta...

e assim que acho, embora entenda seu posicionamento.
beijoca

Somnia Carvalho disse...

Mari,

de ler seu comentario ja me da um arrepio de desanimo por saber que o angelo vai ter que ir pra escola assim no Brasil! ai ai ai...

eu sei que vamos pagar um horror e ele ainda vai ter amiguinhos que acham que ter relogio caro, carro caro, mostrar algo e ser alguem... entende?

a gente paga pela escola e nao sabe que tipo de valores eles vao adquirir!

seu exemplo e otimo Mari!
e e mesmo quase impossivel nao comparar! mas acho que comparar e bom, faz a gente querer algo melhor, ou valorizar o que se tem...

bjs

Tietta Pivatto disse...

Olá

Eu gosto de TV, mas consigo separar o joio do trigo e tenho total consciência da imbecilização que ela causa. Poucos programas são realmente legais, mas de vez em quando até gosto de uma novelinha para esvaziar o cérebro dos problemas do dia...

Mas o que mais em irrita nessa onda de ter tv em todo lugar é ir a restaurantes e barzinhos e ser obrigada a ouvir alguma programação ruim e em volume alto, que impede as pessoas de conversar. Péssimo.

A última vez que fui a SP pude ver o mesmo sendo feito em ônibus e metrô também. Quanto mais tempo puderem manter as pessoas hipnotizadas, menos se darão conta do transporte público ruim que são obrigadas a usar. Mas tem tv, então tá bom...

Abraços,

Tietta Pivatto
Bonito - MS - Brasil

Daniel De Granville disse...

Oi Somnia, esse lance da TV é realmente bem incômodo. E se alguém pedir pra desligar, é quase certo que terá de aturar cara feia (do atendente e dos demais pacientes-espectadores).

Um aspecto em particular me incomoda mais ainda: parece que escolhem os programas mais lixo de todos para deixar sintonizado.

Recentemente pude constatar isto em um renomado hospital universitário: se brigar pra não ter TV é pensar longe demais, talvez brigar para colocarem algo melhor na TV. Um HU deveria dar exemplo e usar a TV para alguma programação mais comprometida com a educação. Existem estudos científicos comprovando que pacientes submetidos a sons e imagens de natureza apresentam melhor recuperação e reação a tratamentos. Imagino que também ajude a acalmar um paciente ou acompanhante que está angustiado na sala de espera.

Então, por que não sair da hipnose e trocar a "Grobo" por alguma alternativa diferente?

Tietta Pivatto disse...

Oi!

Fico feliz que tenha gostado do meu blog, fique à vontade para passarinhar por aqui... ;-)

Sei que agora é primavera por aí, então aproveite, pois é quando a passarada está enlouquecida atrás de comida, ninhos, namorados e filhotes...

Eu "conheço" você pelo blog da Camila Hareide, amiga de tempo que sempre acompanho.

Abraços,

Tietta Pivatto
Bonito - MS - Brasil