Pular para o conteúdo principal

Ser mãe e ser pai é...


(Ângelo em um dos seus duzentos e cinquenta e tantos banhos tomados no Brasil em bela foto tirada pela tia Dri)


Ser mãe e ser pai é...
acordar mais cedo só pra poder segurar o bebê antes de ir para o trabalho e
ficar embasbacados em volta do berço vendo-o acordar cheio de graça e de sorrisos.

Ser mãe e ser pai é...
esperar ansiosos pelo fim de semana
para aprontar travessuras todos bem juntinhos.

Ser mãe e ser pai é...
trocar as notícias do jornal por curiosos relatórios sobre os ais e uis que o danadinho vem fazendo e
discutir meia hora antes de sair sobre qual gorro será o mais adequado para aquela ocasião.

Ser mãe e ser pai é...
é recuperar um ternura, uma ingenuidade e uma alegria esquecidas na infância
ao mesmo tempo em que se sente uma adulto responsável por outra vida.

Ser mãe e ser pai é...
olhar-se como cúmplices de uma bela e incrível criação
e sentir-se ainda mais participante do grande mistério da vida no universo.


("Hum... com quem sera que ele se parece?" ou Cara de um, biquinho de outro)

ps: ainda estou tentando organizar um álbum bonitinho do Angelinho aí no Brasil

Comentários

Unknown disse…
Ser mae e' olhar para cada coco com o olhar mais cientifico do mundo. Discutir o formato, cheiro e consistencia sao quesitos obrigatorios dessa longa e muitas vezes solitaria jornada, chamada maternidade.
Somnia Carvalho disse…
Eu ia falar dessa parte tambémmmm!!! mas você fez as minhas vezes!!!
Anônimo disse…
Adorei ver uma foto tirada por mim no blog. Também com um modelinho fofo desses fica fácil...

Bjs,

Dri

PS: A mãe do Ângelo também ficou linda na foto!

Postagens mais visitadas deste blog

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...

Na Suécia também não tem... branco no Reveillon

Se você é brasileiro ou brasileira conhece, com certeza, a tradição da roupa branca na virada de todo ano novo no nosso país. Diz a lenda que o uso da roupa branca atrai boas energias. A claridade e a luz provindas do branco sempre remetem à paz, harmonia, pureza etc e, apesar de ser um costume tomado por brasileiros de todas as religiões, a raíz dele está na cultura e na religião dos negros africanos que também colonizaram o Brasil.  Eu, obviamente como boa brasileira, sempre soube que se não fosse de branco eu deveria ao menos escolher uma cor super alto astral ou de sorte, como o amarelo. Ou pôr umas calcinhas novas, também de cores "boas" para garantir um sucessinho. Eu normalmente passo reveillon em alguma praia então eu só tenho na memória gente vestida de branco, amarelo e, no máximo, um azulzinho. Ninguém quer atrair maus fluídos e entrar com o pé esquerdo no primeiro dia do Ano Novo. Ou quer? Bom, se você estiver cansado dessa tradição e opressão do branco sobre você...

Violeta Paz é que eu me chamo!

("Violeta Paz", detalhe da tela que fiz hoje, inspirada pela postagen lilás, Somnia Carvalho, abril 2010) Semana passada eu fui contagiada pelo vermelho de vocês e tentei, tentei ardentemente criar uma tela em vermelho... Eu queria mostrar como essa cadeia de influência, essa rede que se chama internet pode nos afetar negativa ou tão positivamente. Depois de ler a história do vermelho cabelo da avó da Glorinha eu queria pintá-la... queria pintar sua força e sua ingenuidade. Queria pintar sua feminilidade e queria pintar o amor de sua neta por ela. E como minha tentativa de expressar em cores o que sentia não funcionava fui tentando outras telas. Tentei em três telas diferentes algumas idéias... criar uma tela em vermelho (a partir de uma foto preto e branco) da minha sogra Irene no dia de seu casamento sendo pega pelo meu sogro Caetano, num ato espontâneo de amor... Depois tentei uma dançarina de tango e parei na metade... Depois minha linda amiga Liana ...