Pular para o conteúdo principal

Eu tenho uma história pra te contar ... e você não vai sossegar enquanto...

(Foi assim que eu me senti quando terminei as primeiras linhas...)

Gente muito querida, muito mesmo, que ainda visita esta blogueira desaparecida, enfiada na vida, cheia de ideias que quase não coloca em prática, de saudade que não mata e quem quase sempre vai sendo levada pela correnteza... até colocar a cabeça para fora de novo.

Pois então! Minha gente preciosa, Sonildes está de volta! E ela quer arrebentar em 2014. Pelo menos ela quer arrebentar o blog com uma nova história que tem para contar, um projeto o qual, finalmente, saiu da gaveta depois de 3 anos e meio.

A partir de hoje eu começo a contar para vocês a história de um grande amigo que fiz na Suécia. Sabe aquelas histórias que dão um belo livro, um excelente filme? Sabe aquelas pessoas cuja vida você começa a contar no meio de um jantar e quando vê está todo, mas todo mundo parado te ouvindo? Então, destas! Verdade!

Minha ideia ousada e metida a besta é a seguinte: eu escrevi o 1o. capítulo do livro (ou ao menos estou chamando assim por hora), fiz um teste drive com algumas pessoas que aprovaram. Este primeiro é curto, mas eu agora consigo ter a ideia do livro todinha na cabeça. As cenas, as falas, ai tudo! Tô quase pirando o cabeção porque quero poder pôr no papel logo!

Funcionará assim: eu vou publicar capítulo a capítulo deste livro até um momento em que ou eu consiga uma editora ou vocês decidem que o livro é bom e vão publicá-lo comiga! rs... Hoje em dia existem várias formas de se publicar um livro, mas eu e meu amigo a gente não quer só publicar! A gente quer que seja muito bom! E a gente quer ganhar dinheirinha! rs... Na verdade, meu querido amigo me disse que se a história dele puder se escrita e, um dia, se os filhos e, possíveis netos, puderem ler ele ficará feliz e realizado...

Pois! Pois! Acredito que se de fato eu conseguir escrever direitinho e vocês me ajudarem na empreitada a gente consegue! A história é baseada nesta história real. Um romance fictício sobre uma história real, é assim que se fala?

Durante as semanas que antecederam meu retorno ao Brasil eu passei horas e horas gravando a história deste meu amigo... eu devo confessar que não dormi muito bem naqueles dias só pensando e repensando tudo que ele me contava... e eu ri muito, muito! E chorei ... ai como eu chorei! assim como sei que vocês muitos de vocês também o farão.

O que eu vos peço caros senhores e senhoras que sempre apoiaram as minhas ideias mais mirabolantes?  Que vocês leiam...Sim! Uma escritora que se preze precisa de leitores! E que se desejarem, palpitem! E se gostarem, divulguem entre seus amigos do face, da vida real, da vida imaginária todas elas!

O que eu prometo? Não parar no meio... Não desistir, não deixar a história sem fim para que não aconteça o que já me aconteceu quando vi séries boas que não obtiveram patrocínio e pararam... Então! Eu tenho tudo aqui... cenas, como escrever, tudo! E minhas férias começam daqui uma semana, ou seja, a hora é perfeita!

Vocês topam? Eu garanto que pode ser bem divertido! Tô pensando em pôr em votação o título e outras coisas mais para o projeto ser meio em conjunto. Que vocês acham? É que eu sou das loucas que pensa melhor falando e papeando.

Antes de tudo quero me comprometer a divulgar ainda esta semana a tela que a Lu Brito (nossa querida participante) ganhou no concurso de textos do Borboleta "Um casamento, mil lembranças" e também a publicar a segunda parte do post sobre Sartre e a liberdade e! responder os comentários que vocês bacanas deixaram lá, ok?

Feito isso eu quero dizer que hoje, às 19 horas será o lançamento do livro aqui no Borboleta.

-Posso contar com vocês???

-"Pooooode!"

Legal gente! Vocês são incríveis!

Ah! peguem táxi para o lançamento porque champagne não pode faltar!!!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

"Em algum lugar sobre o arco íris..."

(I srael Kamakawiwo'ole) Eu e Renato estávamos, há pouco, olhando um programa sueco qualquer que trazia como tema de fundo uma das canções mais lindas que já ouvi até hoje. Tenho-a aqui comigo num cd que minha amiga Janete me deu e que eu sempre páro para ouvir.  Entretanto, só hoje, depois de ouvir pela TV sueca, tive a curiosidade de buscar alguma informação sobre o cantor e a letra completa etc. Para minha surpresa, o dono de uma das vozes mais lindas que tenho entre todos os meus cds, não tinha necessariamente a "cara" que eu imaginava.  Gigante, em muitos sentidos, o havaiano, e não americano como eu pensava, Bradda Israel Kamakawiwo'ole , põe todos os estereótipos por terra. Depois de ler sobre sua história de vida por alguns minutos, ouvindo " Somewhere over the rainbow ", é impossível (para mim foi) não se apaixonar também pela figura de IZ.  A vida tem de muitas coisas e a música é algo magnífico, porque, quando meu encantamento por essa música come...

"Ja, må hon leva!" Sim! Ela pode viver!

(Versão popular do parabéns a você sueco em festinha infantil tipicamente sueca) Molerada! Vocês quase não comentam, mas quando o fazem é para deixar recados chiquérrimos e inteligentes como esses aí do último post! Demais! Adorei as reflexões, saber como cada uma vive diferente suas diferentes fases! Responderei com o devido cuidado mais tarde... Tô podre e preciso ir para a cama porque Marinacota tomou vacina ontem e não dormiu nada a noite. Por ora queria deixar essa canção pela qual sou louca, uma versão do "Vie gratuliere", o parabéns a você sueco. Essa versão é bem mais popular (eu adorava cantá-la em nossas comemorações lá!) e a recebi pelo facebook de minha querida e adorável amiga Jéssica quem vive lá em Malmoeee city, minha antiga morada. Como boa canção popular sueca, esta também tem bebida no meio, porque se tem duas coisas as quais os suecos amam mais que bebida são: 1. fazer versão de música e 2. fazer versão de música colocando uma letra sobre bebida nela. Nest...

Azulejos em carne viva? O que você vê na obra de Adriana Varejão?

( "Azulejaria verde em carne viva" , Adriana Varejão, 2000) Gente querida, Domingão a noite e tô no pique para começar a semana! Meu grande mural preto, pintado na parede do escritório e onde escrevo com giz as tarefas semanais, já está limpinho, com a maior parte "ticada" e apagada. Estou anotando aqui o que preciso e gostaria de fazer até o fim desta semana e, entre elas, está finalizar a nossa apreciação da obra de Adriana Varejão , iniciada há dias atrás. Como podem ver eu não consegui cumprir o prazo que me dei para divulgação do post final, mas abri mão de me culpar e vou aproveitar para pensar mais na obra com vocês. Aproveito para convidar quem mora em São Paulo a visitar a exposição da artista, em cartaz no   MAM , Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita e aberta ao público até 16 de dezembro deste ano. ("Parede com incisões a La Fontana", Adriana Varejão, 2011) Para "apimentar" a dis...