31 dezembro 2008

Adeus Hábitos Velhos, Feliz Pessoa Nova

(Eu e meus dois nesse Natal, São Paulo, dezembro de 2008)

Há muitos anos eu aproveito essa fase de fim de ano para repensar o passado e planejar o futuro. Eu sei que parece clichê, mas comigo funciona que é uma beleza. Ao olhar para o que vivi, com uma certa distância, consigo valorizar certas vivências que me passaram desapercebidas ou consigo não mais supervalorizar outras que me fizeram sofrer, enquanto ainda faziam parte do presente.


(No aconchego do lar... Minha mãe, meu irmão e eu, sentindo falta da terceira filha ausente, Natal, São Paulo, dezembro de 2008)

Eu e Renato fazemos isso desde que nos conhecemos, há doze anos. Sentamos juntos e meio que fazemos um balanço, num papo bem gostoso e sempre informal. É uma sensação boa começar o ano com alguns planos novos em mente. Esse ano fizemos isso numa saída a noite, enquanto o Ângelo ficava com a tia Dri dele. Tanta coisa mudou e tantos outros valores forams sendo acrescentados aos antigos. Como pai e mãe temos preocupações que nunca tivemos e alegrias nunca sonhadas.

É também muito bom ter um olhar crítico sobre si mesmo e tentar não cometer os mesmos erros do ano que passou. Entretanto, acho ainda mais frutífero conseguir perceber e sentir-se agradecido por ter sido presenteado com mais um ano de vida. Nosso e daqueles que nos são caros.


(Ângelo, cuja alegria nunca acaba, rolando de alegria, Natal, São Paulo, dezembro de 2008)

Nessa revisão sinto que a cada ano cresco, ou tento crescer um pouco mais. Melhorar como amiga, filha, irmã, mulher, mãe, ser humano é uma meta que sempre tenho em mente, mais do que ganhar isso ou aquilo. E melhorar significa pensar que tipo de coisas posso fazer no próximo ano que valorizem melhor meu tempo, me valorizem e me tragam mais alegria e realização pessoal.

Todo ano sinto que há muito para caminhar e conquistar e talvez isso seja uma das coisas que torne a noite de hoje tão especial para mim. Sei que vou pensar em todo mundo que adoro e vou desejar ser um pouco do que eles têm de bom e admirável.

Sei que vou agradecer coisas legais que aconteceram e entre tantas, em meu flash back particular, vou ficar extremamente feliz e agradecida por este blog, por vocês, pessoas valiosas que cruzaram meu caminho em 2007 e continuaram em 2008.





(Meu avô e minha avô, depois de nove décadas de vida, ainda sorrindo e cheios de orgulho do passado, Sumaré, dezembro de 2008)

Por essa razão, desejo, do fundão mesmo do meu coração, que você tenha tempo para curtir as pessoas que ama, que consiga desistir de projetos dos quais não goste e não tenha medo, de jeito nenhum, de se lançar em algo que lhe prometa mais felicidade.

Desejo saúde para continuar envelhecendo com dignidade e simplicidade e sabedoria para curtir cada momento, por mais difícil que seja, com a consciência de que ele é único e que, enquanto estivermos por aqui, tudo, absolutamente tudo ainda é possível.

Felicíssimo Ano Novo! A gente se encontra de novo em 2009!

23 dezembro 2008

"La isla bonita": o encontro de Somnia e Madonna na ilha da fantasia



Há uns vinte anos, dentro de meu quarto de adolescente na casa de meus pais, eu cantava (e dançava) escondida "Like a virgin" e "The girls just wanna have fun". Me fantasiava sozinha de Madonna e Cindy Lauper e sonhava em ser estrela nos palcos. Sonhava com tudo que era grande e meus sonhos provavelmente se pareciam com os de outros milhares de adolescentes e jovens da mesma época.

Eu sempre soube que a gente facilmente se mira em algumas estrelas de cinema e televisão quando é jovem e é difícil ir tomando as rédeas da própria realidade e deixando a vida fantasiosa de lado. Na sexta-feira passada, entretanto, pulando lá do alto da arquibancada do Morumbi, olhando meio "de igual pra igual" para uma das estrelas de minha adolescência e para a noite quente e azulada de São Paulo eu tive mil pensamentos adultos e muitas outras fantasias de criança novamente.

Quem me comprou o ingresso para o show da Madonna foi minha cunhada Dri e foi de última hora que alugamos uma van e fizemos uma lotação de gente muito descolada, animada e engraçada para o estádio. A festa começou na emoção gostosa da tarde, enquanto nos preparávamos para ir, continuou na van, numa farra deliciosa de adolescência e terminou nas arquibancadas.
Eu não sou uma fã direitinha. Sou uma má fã. Diferente do Paulo Belém, Ricardo e outros meninos e meninas de trinta que estavam com a gente, eu só conheço algumas músicas novas e curto de montão as antigas. Se no passado eu não sabia cantar por causa do meu criativo inglês de escola pública, agora me falta mesmo é contato com as músicas. Mas isso não foi problema no show. Dancei e pulei tanto que "desmaiei" dormindo na volta pra casa.

Enquanto dançava e sentia uma sensação deliciosa de alegria me invadir eu comecei a pensar, lá mesmo no meio da multidão, o que é que me atraía àquela festa e o que poderia atrair tanta gente feliz que lá estava. Depois de ouvir algumas histórias desses amigos e gente que conheci no dia, pensar em mim mesma, percebi que em mim era uma sensação de ter crescido que me dava felicidade.

Não era uma Madonna decadente, daqueles cantores que ficam repetindo suas canções cansadas de rádio para dizer que ainda estão por aí que eu vi. O que percebi é uma mulher que se dá alguns luxos hoje, como não cantar "Holiday" porque o fã pediu, como não fazer bis nenhum. Eu sei pouco da Madonna, mas a verdade é que me senti (você pode me dizer que isso é ridículo, não tem problema) muito próxima da estrela que tava lá no palco.




Nesses anos todos eu mudei muito. Eu conheci gente, viajei, trabalhei, estudei, casei e formei uma pequena família. E vim morar na Suécia. Eu não sou mais a jovem trancada no quarto tentando copiar alguém, embora eu continue me espelhando em alguns exemplos. Em alguns sengundos, olhando para a noite sem estrelas, minha própria história me pareceu tão bonita. E nuns pensamentos meio abobalhados eu senti orgulho de mim, da ex Material Girl e do pessoal que estava comigo.

A gente cresce e muda muito, pensei. Mas talvez o mais bonito de tudo seja que a essência seja a mesma. Continuo piegas e sonhadora. Continuo pululante como sempre fui e não consigo me controlar ao som de músicas que gosto. Posso passar do extremo tédio à suprema felicidade só porque vou a um show com gente legal, amontoados numa van. Posso gritar, gritar e gritar quando percebo que a próxima canção é uma de minhas preferidas e me ver como uma super dançarina numa ilha paradisíaca ao som de "La isla bonita".




Eu sei pouco de fórmulas de sucesso e felicidade, mas eu vi uma Madonna feliz, que caminhou e mudou muito, embora tenha permanecido quase a mesma. Nos olhos dos meus amigos e na voz deles a cantarolar as músicas eu vi gente que também se via quando olhava para o palco. Eles talvez estivessem revivendo seu próprio filminho, enquanto eu revivia o meu. E juntos, com a estrela, que enfatizou (verdadeira ou falsamente, depende do seu ponto de vista) que estava feliz de poder encerrar o show naqueles dias com os brasileiros, eu me senti parte de um show com direitos a muito holofotes e canções temáticas. Me senti uma estrela. Mais velha, mãe do Ângelo que estava com a vó dele em casa, mas uma estrela. Vai ver alguns sonhos de infância e adolescência devam mesmo sobreviver pra gente relembrar nossa história e se orgulhar dela.
Foi o que o show da Madonna me fez sentir e pensar.
...

Hoje, véspera de Natal, eu desejo para cada um de vocês que passam por aqui, pessoas das quais eu sei tão pouco, que o Natal seja super acolhedor com as pessoas com quem vocês amam e que o próximo ano seja recheado de sonhos, porque sem eles as realizações ficariam sem graça demais.


...


ps: estou novamente emprestando um computador por alguns minutos, então, me desculpem a falta de respostas aos comentários carinhosos, aos prováveis erros desse post e a falta de edição da foto do show.

16 dezembro 2008

''Meu Brasil brasileiro, vou cantar-te em versos...''

(Passatempo predileto das férias: ouvir histórias do Sr. Angelinho)

Estou por aqui curtindo um calorzinho básico aqui. Teve direito a 36 graus antes de ontem e um mormaço quente hoje na praia, apesar da chuvinha. Ainda assim, a loucura é que o pessoal aqui tá achando que está meio ''friozinho''...

Curti e tenho curtido o carinho, a comida e a companhia amorosa da mãe e dos irmãos, cunhadas, sogra e sogro. Recebi amigas adoradas em casa, consegui tomar chop com outros amigos, comprei legume e fruta fresquinha, tô usando vestidinho fresco todos os dias e minhas havaianas.

É tão incrível ter o sol e a claridade todos os dias que a gente esquece o que significa isso. Sinto-me uma gringa na praia maravilhosa onde estou agora... Canto sozinha na areia, olho para o mar e agradeço o dia.

Algumas coisas continuam sendo impossíveis, como dormir até mais tarde, porque nosso despertadorzinho acorda muuito cedo. Também não consigo me sentir totalmente relax, porque virei uma chata de galochas lindas da Suécia. O trânsito me irrita, algumas ignorâncias e hábitos sociais me doem na alma.

Sinto saudade de minha Suécia, quase da mesma maneira que sentia saudades de meu lindo Brasil. É tudo um sentimento maluco de não pertencer a lugar nenhum e pertencer a dois ou mais lugares ao mesmo tempo. Sinto que sou incompleta agora tanto lá quanto aqui, mas sinto que a única coisa que me resta é deitar no sofá, na areia da praia, no colo de minha mãe e curtir isso, enquanto posso...


(Ângelo, numa foto muito ''The Sartorialist", super hiper mega fashion)

(E em mais uma, com a bolsa da bóia: ''Tchau!")
ps: esporadicamente consigo acessar internet, então não consigo responder os comentários com calma nem emails, me desculpem. Achei que o post poderia ir respondendo algumas perguntas por enquanto... Beijocas e até breve de novo!

08 dezembro 2008

Eu só quero que você fique sempre por aí...

(Marc Chagall, Traum der liedenden)


Quando Sonildes desceu as escadas rolantes do aeroporto em direção onde estariam suas malas, ela estava sinceramente empolgada com o reencontro com o seu amado Brasil. O rapaz havia lhe garantido que estaria esperando por ela no saguão, então, Sonildes até fantasiou rapidamente uma cena piegas e deliciosa: ela pularia no colo de Brasil e daria muitos beijos em sua bochecha morena. E ele, como ela já bem conhecia, provavelmente daria algumas voltas com ela no colo, pegando-a com força e paixão.

Se Sonildes sabia que não era merecedora de tanto amor gratuito assim, ela também sabia que Brasil estava com saudades e que não pensaria duas vezes em faltar do trabalho naquela manhã para pegá-la no aeroporto.

Não foi bem assim, entretanto, que as coisas aconteceram. O olhar de Sonildes procurou pelo saguão todo algumas diversas vezes e nada encontrou. Na euforia a namorada infiel esqueceu que se Brasil era apaixonado e fiel ele era também esquecido e desorganizado.

Ao telefone ele lhe pediu mil desculpas, porque havia se confundido com o horário, achando que ela chegaria as sete da noite e não as sete da manhã.

- É claro que eu não vou ficar te esperando aqui agora! Esbravejou Sonildes ao telefone. Vou é tomar um táxi ou ligar para a Laurinha!

E foi com a mesma raiva e frustração que ela seguiu ao lado de sua antiga e prestativa amiga. Falaram pouco e Sonildes tratou de desconversar sobre a estadia longa no Rio de Janeiro. Ela estava triste porque, de fato, estava com saudades. E por alguns segundos pensou que era maluca de correr o risco de perder Brasil para sempre. A culpa começava a corroer-lhe quando percebeu que a porta de seu apartamento estava aberta.

Um gelo de medo correu-lhe o pescoço, mas ela empurrou um pouco mais a porta entreaberta...

- Oi atrasadinha, estou te esperando já faz uns vinte minutos, disse Brasil com um sorrisão maroto e um punhado de rosas nos braços.

E então o pulo aconteceu. Sonildes se jogou e só teve tempo de pensar que se era difícil não se irritar com o jeito desorganizado do danado era da mesma forma difícil não querer seu calor e seu cheiro. Por ora ele estava perdoado, pensou. E foi empurrando vagarosamente a porta com a ponta de seus pés...

03 dezembro 2008

Nevando, nevando, nevando...



Tomei uma chuva danada de gelinho para ir comprar pão no mercado aqui perto e agora está nevando bastante lá fora. Flocos de neve gigantes, lindos de se ver caindo e de sentir na pele. O "barulho" da neve caindo também é uma experiência mágica. 

Vou sair agora e resolver as últimas coisas e como não tenho tempo para fotografar, vai essa foto super artística aí acima para vocês. 


02 dezembro 2008

God Jul pra todos! God Jul pra todos!

("Feliz Natal e Bom Ano Novo", Olle)


Eu sei, ainda estamos só no início de dezembro e faltam quase três semanas para o Natal. Acontece que eu já estou total no clima de Natal, apesar da chuva que tem caído aqui em Malmö. E o fato de estar ansiosa com a viagem me faz tagarelar mais e mais, apesar de tanta coisa para fazer.

As ruas da cidade estão iluminadas e enfeitadas, tais como as lojas todas. As pessoas estão pelas ruas passeando (de preto, claro!), comprando algo ali e acolá, tomando chocolate quente ou glög e mandando ver nos quitutes da feirinha de Natal que fica entre o canal e a praça Gustav Adolf.

Eu estou louca para passar o Natal com a família, mas também sinto de não poder curtir mais essa época por aqui. Sabe aquela atmosfera que a gente vê em filmes infantis que passam o dia todo na TV em época de Natal? É mais ou menos parecido e é uma delícia. 

Depois que a gente conhece bem a paisagem daqui no inverno, entende porque o Natal europeu ou dos países frios têm aquele pinheiro gigante. Faz sentido ter a árvore e pendurar coisas nela, porque o pinheiro é praticamente uma das únicas árvores que conseguem sobreviver o inverno rigoroso. Ter uma árvore assim (muita gente só usa as que tombaram na floresta) acaba sendo meio que celebrar a vida no meio de uma época em que a vida é uma promessa. 

Eu acho bonito, simbólico.

Pelas ruas a gente também encontra corais de jovens cantando músicas natalinas e um ou outro Santa Claus (Papai Noel) distribuindo doce e ouvindo a criançada. Ainda que eu continue não acreditando na lenda, até o Papai Noel no Natal faz mais sentido aqui.

Sabe aquele velhinho da história? Branquinho, alto, grandalhão, olhos azuis, barba e narizinho empinado? Ele é a cara do povo daqui. E sabe as renas bonitinhas que puxam o trenó e toda a idéia que compramos com o pacote de decoração do Natal? Ela faz mais sentido por aqui, porque acaba parecendo menos artificial, entende? O Papai Noel do Pólo Norte tem tudo a ver se você está próximo ao Pólo Norte. Todas aquelas imagens que povoam nosso imaginário, as casinhas, o gelo, o boneco de gelo, tudo tem a ver com a realidade de alguém que vive num lugar onde o Natal acontece no inverno e no qual inverno significa frio e neve. 

Eu fico tentando imaginar como é para alguém que cresce por aqui pensar essas histórias todas, porque elas devem soar como algo mais natural do que soa pra gente. Acho que a tentativa de capturarmos esse imaginário do Natal e Papai Noel é parecido com um carnaval de rua que vi aqui, no Festival de Malmö. Dá até para curtir, mas é tão deslocado do contexto que pode soar sem valor e sem naturalidade. 

O Natal na Europa é momento de quietude e família. Não tem a nossa festa toda, com dança e música alta. Eles comem juntos, cantam hinos em família, distribuem presentes um para o outro e vão dormir. O nosso é mais animado, com certeza, e acho que como temos forte tradição católica, vê-se mais a imagem do Menino Jesus, o que aqui eu quase não vi. Entretanto, a atmosfera que senti ano passado, quando passamos essa época aqui, é muito preciosa também. E é acolhedora de uma forma que a gente não consegue fazer, porque nossa realidade é outra.

Bom, ainda faltam alguns dias, mas é minha última chance de dizer Feliz Natal, ainda no clima da Suécia. God Jul! 

Feliz Natal, em português, eu só vou dizer mesmo daqui umas semanas para vocês.

"Vou voltar na Primavera e era tudo que eu queria..."




Amanheci cantando essa música, que eu conhecia na voz do Kleiton e Kleidir. Aqui dia muito escuro e chuvoso. Muita coisa por fazer, mas uma felicidade tamanha. Depois de quase nove meses vamos reencontrar a Primavera e todas as flores que amamos. 



Vira virou

"Vou voltar na primavera
E era tudo que eu queria
Levo terra nova daqui
Quero ver o passaredo
Pelos portos de Lisboa
Voa, voa que eu chego já
Ai se alguém segura o leme
Dessa nave incandescente
Que incendeia minha vida
Que era viajante lenta
Tão faminta da alegria
Hoje é porto de partida
Ah! Vira virou
Meu coração navegador
Ah! Gira girou
Essa galera.
Vou voltar na primavera
E era tudo que eu queria
Levo terra nova daqui
Quero ver o passaredo
Pelos portos de Lisboa
Voa, voa que eu chego já
Ai se alguém segura o leme
Dessa nave incandescente
Que incendeia minha vida
Que era viajante lenta
Tão faminta da alegria
Hoje é porto de partida
Ah! Vira virou
Meu coração navegador
Ah! Gira girou
Essa galera.
Ah! Vira virou
Meu coração navegador
Ah! Gira girou
Essa galera.
Ah! Vira virou
Meu coração navegador
Ah! Gira girou
Essa galera.
Ah! Vira virou
Meu coração navegador
Ah! Gira girou
Essa galera."

01 dezembro 2008

Quer mais sobre a Suécia e a Escandinávia?

(Que tal um cruzeiro pelos fiordes na Noruega?)

Se você tem curiosidade de conhecer mais sobre a vida, os costumes e a natureza da Suécia, Dinamarca, Finlândia, Islândia ou Noruega, acabo de inserir alguns novos links de sites super bonitos e bacanas, do lado direito do blog.

Eles serão permanentes e poderão ser consultados toda vez que você tiver a fim. 

Dois deles, o Scandinavia, Tourist Boards e o Visit Sweden,  são de turismo e estão nas línguas locais e em inglês. Neles você encontra imagens belíssimas dos países escandinavos, informações sobre hotéis, sobre as cidades mais visitadas, seu povo e seus costumes. 

Se você não pretende tomar um avião e rumar por essas bandas para conferir o que eu falo, você também está convidado a fazer um tour virtual, porque as imagens já pagam a o investimento de tempo.


(ou caminhar e passear de barco pela bela Estocolmo, na Suécia?)


O terceiro deles talvez lhe agrade ainda mais, porque está em português e é uma novidade bem legal. O Brassar foi idealizado, há alguns anos, pela publicitária brasileira Joana Öberg, que vive em Estocolmo. Agora, com a ajuda de duas jornalistas, a Ju Moreira e a Paola Sartoretto, o Brassar está de cara nova e funcionando a todo vapor. 

Lá você encontra um pouco de tudo sobre a Suécia e também como viver na gelada, organizada e educada Suécia. É um site feito para brasileiros que vivem aqui ou pretendem viver ou ainda para qualquer pessoa interessada em saber mais sobre o país, onde vim amarrar meus burros.

De quebra, também há algumas colunas especiais, nas quais se discute assuntos como culinária, educação, saúde, tradições etc. Agora eu preciso contar que estou bem feliz com o site no ar, porque as meninas me convidaram para escrever uma das colunas e, a partir de janeiro, estarei estreiando uma nova coluna de cultura. Uêba!

A idéia é escrever sobre arte, pintura, música e outras coisas mais que rolam aqui, fazendo um link entre Suécia e Brasil, coisa que vocês estão carecas de saber que eu adoro! 

Espero que gostem dos sites e espero vocês lá no Brassar prestigiando a Barbuleta!

Boa viagem!